A
INTRODUÇÃO DA INFORMÁTICA
NO
AMBIENTE ESCOLAR
I -
Introdução
A
Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário
educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua
ação no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós.
Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e
funcionais frente a essa nova tecnologia.
Houve
época em que era necessário justificar a introdução da
Informática na escola. Hoje já existe consenso quanto à sua
importância. Entretanto o que vem sendo questionado é da forma com
que essa introdução vem ocorrendo.
Com
esse artigo pretendo discutir alguns pontos, de suma importância,
que possam gerar uma reflexão sobre a introdução da Informática
na escola, como: o ser humano e a tecnologia, Informática x
currículo, o processo de introdução da Informática, a função do
coordenador de Informática.
II - O Ser humano e a Tecnologia
Segundo
FRÓES : “A tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras
ferramentas, por vezes consideradas como extensões do corpo, à
máquina a vapor, que mudou hábitos e instituições, ao computador
que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a
tecnologia nos ajuda, nos completa, nos amplia.... Facilitando nossas
ações, nos transportando, ou mesmo nos substituindo em determinadas
tarefas, os recursos tecnológicos ora nos fascinam, ora nos
assustam...”
A
Tecnologia não causa mudanças apenas no que fazemos, mas também em
nosso comportamento, na forma como elaboramos conhecimentos e no
nosso relacionamento com o mundo. Vivemos num mundo tecnológico,
estruturamos nossa ação através da tecnologia, como relata
KERCKHOVE , na Pele da Cultura “os media eletrônicos são
extensões do sistema nervoso, do corpo e também da psicologia
humana”.
De acordo
com (FRÓES) “Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios
digitais: a multimídia, a Internet, a telemática trazem novas
formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples
uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu
pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo
datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e
interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa,
ora como consequência, a um pensar diferente.”
BORBA(2001)
vai um pouco mais além, quando coloca “seres-humanos-com-mídias”
dizendo que “ os seres humanos são constituídos por técnicas que
estendem e modificam o seu raciocínio e, ao mesmo tempo, esses
mesmos seres humanos estão constantemente transformando essas
técnicas.” ( p.46)
Dessa mesma
forma devemos entender a Informática. Ela não é uma ferramenta
neutra que usamos simplesmente para apresentar um conteúdo. Quando a
usamos, estamos sendo modificados por ela.
III - Informática x Currículo
O
principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao
currículo escolar, está na utilização do computador como
instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além
da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada.
Entretanto
esse assunto é polêmico. No começo, quando as escolas começaram a
introduzir a Informática no ensino, percebeu-se, pela pouca
experiência com essa tecnologia, um processo um pouco caótico.
Muitas escolas introduziram em seu currículo o ensino da Informática
com o pretexto da modernidade. Mas o que fazer nessa aula? E quem
poderia dar essas aulas? A princípio, contrataram técnicos que
tinham como missão ensinar Informática. No entanto, eram aulas
descontextualizadas, com quase nenhum vínculo com as disciplinas,
cujos objetivos principais eram o contato com a nova tecnologia e
oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro
profissional na sociedade.
Com o
passar do tempo, algumas escolas, percebendo o potencial dessa
ferramenta introduziram a Informática educativa, que, além de
promover o contato com o computador, tinha como objetivo a utilização
dessa ferramenta como instrumento de apoio às matérias e aos
conteúdos lecionados.
Entretanto
esse apoio continuava vinculado a uma disciplina de Informática, que
tinha a função de oferecer os recursos necessários para que os
alunos apresentassem o conteúdo de outras disciplinas.
Vivemos em
um mundo tecnológico, onde a Informática é uma das peças
principais. Conceber a Informática como apenas uma ferramenta é
ignorar sua atuação em nossas vidas. E o que se percebe?!
Percebe-se que a maioria das escolas ignora essa tendência
tecnológica, do qual fazemos parte; e em vez de levarem a
Informática para toda a escola, colocam-na circunscrita em uma sala,
presa em um horário fixo e sob a responsabilidade de um único
professor. Cerceiam assim, todo o processo de desenvolvimento da
escola como um todo e perdem a oportunidade de fortalecer o processo
pedagógico.
A
globalização impõe exigência de um conhecimento holístico da
realidade. E quando colocamos a Informática como disciplina,
fragmentamos o conhecimento e delimitamos fronteiras, tanto de
conteúdo como de prática. Segundo: GALLO- (1994) “A
organização curricular das disciplinas coloca-as como realidades
estanques, sem interconexão alguma, dificultando para os alunos a
compreensão do conhecimento como um todo integrado, a construção
de uma cosmovisão abrangente que lhes permita uma percepção
totalizante da realidade.”
Dentro
do contexto, qual seria a função da Informática? Não seria de
promover a interdisciplinaridade ou, até mesmo, a
transdisciplinaridade na escola?!
IV - Informática e Aprendizagem
JONASSEN
(1996) classifica a aprendizagem em:
Aprender
a partir da tecnologia (learning from), em que a tecnologia
apresenta o conhecimento, e o papel do aluno é receber esse
conhecimento, como se ele fosse apresentado pelo próprio professor;
Aprender
acerca da tecnologia (learning about), em que a própria
tecnologia é objeto de aprendizagem;
Aprender
através da tecnologia (learning by), em que o aluno aprende
ensinando o computador (programando o computador através de
linguagens como BASIC ou o LOGO);
Aprender
com a tecnologia (learning with), em que o aluno aprende usando
as tecnologias como ferramentas que o apóiam no processo de reflexão
e de construção do conhecimento (ferramentas cognitivas). Nesse
caso a questão determinante não é a tecnologia em si mesma, mas a
forma de encarar essa mesma tecnologia, usando-a sobretudo, como
estratégia cognitiva de aprendizagem.
(
MARÇAL FLORES - 1996) “A Informática deve habilitar e dar
oportunidade ao aluno de adquirir novos conhecimentos, facilitar o
processo ensino/aprendizagem, enfim ser um complemento de conteúdos
curriculares visando o desenvolvimento integral do indivíduo.”
“As
profundas e rápidas transformações, em curso no mundo
contemporâneo, estão exigindo dos profissionais que atuam na
escola, de um modo geral, uma revisão de suas formas de atuação.”
SANTOS VIEIRA
De
acordo com LEVY (1994), " novas maneiras de pensar e de conviver
estão sendo elaboradas no mundo das comunicações e da Informática.
As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência
dependem, na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos
informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição,
criação e aprendizagem são capturados por uma Informática cada
vez mais avançada.
Para
finalizar, BORBA (- 2001) que: “O acesso à Informática deve ser
visto como um direito e, portanto, nas escolas públicas e
particulares o estudante deve poder usufruir de uma educação que no
momento atual inclua, no mínimo, uma ‘alfabetização tecnológica’
. Tal alfabetização deve ser vista não como um curso de
Informática, mas, sim, como um aprender a ler essa nova mídia.
Assim, o computador deve estar inserido em atividades essenciais,
tais como aprender a ler, escrever, compreender textos, entender
gráficos, contar, desenvolver noções espaciais etc. E , nesse
sentido, a Informática na escola passa a ser parte da resposta a
questões ligadas à cidadania.”
V - Os Professores e a Informática
Diante
dessa nova situação, é importante que o professor possa refletir
sobre essa nova realidade, repensar sua prática e construir novas
formas de ação que permitam não só lidar, com essa nova
realidade, com também construí-la. Para que isso ocorra! O
professor tem que ir para o laboratório de informática dar sua aula
e não deixar uma terceira pessoa fazer isso por ele.
GOUVÊA
“O professor será mais importante do que nunca, pois ele precisa
se apropriar dessa tecnologia e introduzi-la na sala de aula, no seu
dia-a-dia, da mesma forma que um professor, que um dia, introduziu o
primeiro livro numa escola e teve de começar a lidar de modo
diferente com o conhecimento – sem deixar as outras tecnologias de
comunicação de lado. Continuaremos a ensinar e a aprender pela
palavra, pelo gesto, pela emoção, pela afetividade, pelos textos
lidos e escritos, pela televisão, mas agora também pelo computador,
pela informação em tempo real, pela tela em camadas, em janelas que
vão se aprofundando às nossas vistas...”
Más, para
o professor apropriar-se dessa tecnologia, devemos segundo FRÓES
“mobilizar o corpo docente da escola a se preparar para o uso do
Laboratório de Informática na sua prática diária de
ensino-aprendizagem. Não se trata, portanto, de fazer do professor
um especialista em Informática, mas de criar condições para que se
aproprie, dentro do processo de construção de sua competência, da
utilização gradativa dos referidos recursos informatizados: somente
uma tal apropriação da utilização da tecnologia pelos educadores
poderá gerar novas possibilidades de sua utilização educacional.”
Se
um dos objetivos do uso do computador no ensino for o de ser um
agente transformador, o professor deve ser capacitado para assumir o
papel de facilitador da construção do conhecimento pelo aluno e não
um mero transmissor de informações.
Mas
o professor deve ser constantemente estimulado a modificar sua ação
pedagógica. Aí entra a figura do coordenador de Informática, que
está constantemente sugerindo, incentivando e mobilizando o
professor. Não basta haver um laboratório equipado e software à
disposição do professor; precisa haver o facilitador que gerencie o
processo o pedagógico.
VI - Os momentos do processo
Vamos
observar o processo de introdução da Informática no ambiente
escolar através de vários momentos. Muitos devem estar pensando que
é pretensão minha dividir esse processo em momentos. Mas o que
estou tentando é pontuar alguns desses momentos; além do mais,
penso que seja necessária essa visão, para podermos ter a idéia de
processo que nos oriente nessa trajetória.
Nesse
processo podemos destacar quatro momentos, que apresentam
características bem definidas. Não existe, aqui, o objetivo de
delimitar cada momento, pois nós, professores, podemos vivenciar
características de vários momentos, apesar de sempre um predominar.
Sabemos
que, nos dias de hoje, qualquer pessoa deveria, no mínimo, saber
manipular um micro; infelizmente essa não é nossa realidade. Os
professores atuais estudaram em uma época em que a Informática não
fazia parte do dia-a-dia, e, dentre os professores que estamos
formando para o futuro, pouco estão sendo preparados para mudar essa
realidade.
Ao
introduzir-se a Informática educativa, percebe-se um primeiro
momento, no qual o professor reproduz sua aula na sala de
Informática. É o momento durante o qual a preocupação central é
observar a ferramenta.
Esse
momento é muito importante e não se deve forçar o professor a uma
mudança de atitude diante da potencialidade expressa pelo
computador. É o momento do contato, de domínio, em que ele precisa
estar seguro diante introdução da Informática. Segundo PENTEADO
(2000) : “ Professores devem ser parceiros na concepção e
condução das atividades com TI ( Tecnologias Informáticas) e não
meros espectadores e executores de tarefas.” O importante é que o
professor se sinta como uma peça participativa do processo e que a
aula continua sendo dele, apesar de ser preparada, na sua forma, por
um instrumento estranho ou por outra pessoa. Nesse momento ele
observa a Informática como um novo instrumento, um giz diferente! E
usa, com mais frequência, os softwares educacionais existentes na
praça.
A
mudança ocorre, quando o professor perceber que pode fazer mais do
que está acostumado; é o momento em que ele começa a refletir sua
prática e percebe o potencial da ferramenta. Nesse momento o
professor está vulnerável as mudanças. Ele vai da defesa para a
descoberta. É o momento propício para o coordenador de Informática
sugerir modificação na sua prática pedagógica.
Nesse
segundo momento, as mudanças ocorrem mais na forma de trabalhar a
aula. Agora existe uma preocupação de explorar a ferramenta, para
ajudar no processo de aprendizagem. É nesse momento que surgem os
softwares de autoria, os simuladores e os projetos dos alunos, mas o
professor ainda não consegue transcender sua aula. A preocupação
se dá ainda com o conteúdo da sua disciplina. Mas, agora, aparece
um novo elemento: o descobrir leva a um desafio constante, que leva a
sua preocupação para o processo de aprendizagem.
O
terceiro momento é marcado pela preocupação com o processo de
aprendizagem e pela interdisciplinaridade, existe uma busca de
alternativas para tentar reorganizar o saber, dando chance ao aluno
de ter uma educação integral.
Entretanto
é o momento em que o professor precisa de um apoio da coordenação
ou, até mesmo, da direção. É o momento em que necessita de um
projeto pedagógico da Escola, a fim de trabalharem juntos.
Diz Ivani
Catarina Arantes FAZENDA: “A atitude interdisciplinar não está na
junção de conteúdos, nem na junção de métodos; muito menos na
junção de disciplinas, nem na criação de novos conteúdos
produtos dessas funções; a atitude interdisciplinar está contida
nas pessoas que pensam o projeto educativo. Qualquer disciplina, e
não especificamente a didática ou estágio, pode ser a articuladora
de um novo fazer e de um novo pensar a formação de educador.”
(FAZENDA, 1993:64)
É
o momento em que o professor passa a usar outras tecnologias, mas,
apesar de seu olhar para fora da escola, ainda continua preso a ela.
Os softwares de autoria são muito trabalhados, como também a
Internet. Porem, ainda do ponto de vista informativo, participa de
alguns projetos colaborativos; entretanto busca trabalhar o conteúdo
escolar.
HEINECK
propõe: “Os educadores têm que ser capazes de articular os
conhecimentos para que o todo comece a ser organizado, e assim
inicie-se a superação da disciplinarização, do saber imposto e
distante da realidade vivida pelo educando. Uma prática
interdisciplinar, certamente contribuirá para o forjamento de
cidadãos conscientes de seus deveres e capazes de lutarem por seus
direitos com dignidade.”
O
quarto momento é marcado pela transcendência além dos muros da
escola, escola-bairro, escola-cidade, escola-escola e escola-mundo. É
o momento da troca, da comunicação e participação comunitária. É
o momento da aprendizagem cooperativa. A preocupação é o processo
de aprendizagem, mas voltado para uma interação social. O conteúdo
é trabalhado dentro de um contexto, a ênfase é dada à
coletividade; a participação política e social , à cidadania.
Como
diz LEVY, a construção do conhecimento passa a ser igualmente
atribuída aos grupos que interagem no espaço do saber. Ninguém tem
a posse do saber,as pessoas sempre sabem algo, o que as tornam
importante quando juntas, de forma a fazer uma inteligência
coletiva. "É uma inteligência distribuída por toda parte,
incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em
uma mobilização efetiva das competências." (LÉVY, 1998, p.
28)
O
interessante seria que a escola, como um todo, passasse por esses
momentos, todavia o que se percebe hoje é que a maioria das escolas
estão no segundo momento. Talvez por falta de um projeto pedagógico,
do apoio de uma pessoa que exerça a função de um coordenador de
Informática, ou melhor, de uma vontade política!
VII - O Coordenador do Laboratório de Informática
Como
vimos acima, para introduzir a Informática na escola, não basta ter
um laboratório equipado, professores treinados e um projeto
pedagógico. A experiência mostra que sem a figura do coordenador de
Informática o processo “emperra”. Mas quem é esta pessoa? E por
que ela é tão importante?
Peça
principal do processo, ele não deve ter apenas uma formação
técnica. Muitas escolas contratam técnicos pelo seu baixo custo.
Esse profissional deve ter uma formação pedagógica, uma
experiência de sala de aula. Não necessita ser um pedagogo, mas que
tenha um envolvimento com o processo pedagógico. Deve ser capaz de
fazer uma ponte entre o potencial da ferramenta (software educativos)
com os conceitos a serem desenvolvidos.
O
coordenador não é apenas um facilitador, mas o coordenador do
processo, ele deve perceber que o momento de mudar de etapas e de
propiciar recurso necessários para impulsionar as engrenagens do
processo, como por exemplo: a formação de professores e recursos
necessários, como softwares.
O
coordenador de Informática dever estar atento e envolvido com o
planejamento curricular de todas as disciplinas, para poder sugerir
atividades pedagógicas, envolvendo a Informática. Entretanto, sem
apoio da coordenação ou da direção, não terá força para
executar os projetos sugeridos.
Em resumo,
o coordenador de Informática deve:
·ter
uma visão abrangente dos conteúdos disciplinares e estar atento aos
projetos pedagógicos das diversas áreas, verificando sua
contribuição;
·conhecer
o projeto pedagógico da escola;
·ter
uma experiência de sala de aula e conhecimento de várias abordagens
de aprendizagem;
·ter
a visão geral do processo e estar receptível para as devidas
interferências nele;
·perceber
as dificuldades e o potencial do professores, para poder instiga-los
e ajuda-los;
·mostrar
para o professor que o Laboratório de Informática deve ser extensão
de sua sala de aula e esta deve ser dada por ele e não por uma
terceira pessoa;
·pesquisar
e analisar os softwares educativos;
·ter
uma visão técnica, conhecer os equipamentos e se manter informado
sobre as novas atualizações
·estar
constantemente receptível a situações sociais que possam ocorrer .
VIII - A Internet na escola
O
uso da Internet nas escolas está delimitado, em sua maioria na
pesquisa de informação. As pessoas esquecem que o grande potencial
da Internet é a comunicação. Entretanto, dentro de nossa visão de
processo, isso é admissível. Em um primeiro momento, usamos a
Internet como ferramenta e sua característica mais marcante que é o
acesso à informação.
Após
um processo de maturação, percebemos que a Internet é mais que
isso: passamos a usá-la como uma rede comunicação. Passamos a
participar de projetos e eventos colaborativos mundiais, a participar
de Listas de Discussão no qual debatemos e trocamos experiências e
a usa-la com ferramenta de expressão política e social.
IX - Conclusão
A
Informática educacional, como podemos notar, deve fazer parte do
projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define
todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.
Podemos,
agora, tirar algumas conclusões importantes sobre a introdução da
Informática na escola .Ela ocorre:
·dentro de um processo,
com alguns momentos definidos;
·quando
existe a figura do coordenador de informática que articula e
gerencia o processo, de modo a buscar os recursos necessários e
mobilizar os professores.
·quando
essa introdução está engajada num projeto pedagógico, com o apoio
da direção que oferece os recursos necessários.
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