quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A tecnologia na educação

A tecnologia na educação
Muitos autores têm chamado nossa atenção para o fato de que se um médico, um engenheiro e um professor tivessem sido congelados cem anos atrás, no final do século dezenove, e, agora, fossem descongelados e tivessem que voltar a exercer suas profissões, o médico e o engenheiro não teriam a menor condição de voltar a trabalhar sem extensa readaptação, pois suas profissões foram profundamente transformadas, nos últimos cem anos, em grande parte pelas descobertas científicas e pelos desenvolvimentos
tecnológicos.
O médico (para pegar só esse exemplo) não saberia o que fazer com
tomógrafos, equipamentos de ultra-sonografia, ressonância magnética, cintilografia, não conheceria a maior parte dos remédios hoje disponíveis, ficaria abismado, dentro dos centros cirúrgicos, com as técnicas cirúrgicas, as operações feitas com a ajuda de microcâmeras, o uso do laser, e de tantas outras coisas. Ele teria, na realidade, que reaprender a exercer a sua profissão.
O mesmo vale para o engenheiro, e para quase todas as outras profissões que já existissem cem anos atrás.

E o professor? Este, em contraste com o médico, provavelmente entraria sem problemas numa sala de aula típica de nossas escolas e, ressalvada alguma desatualização nos conteúdos (que estariam meio envelhecidos), não teria a menor dificuldade em continuar a dar aulas do mesmo jeito que o fazia há 100 anos – porque esta é a forma que a maior parte dos professores de hoje ainda dá aulas. Ele não precisaria, de forma alguma, reaprender a exercer a sua profissão.
Por que essa diferença? Por que esse contraste?
Por que, de todas as áreas de nossa sociedade, a educação escolar é
a que mais tarda em se valer das tecnologias de informação e comunicação que hoje estão disponíveis?
Se a educação escolar deve, hoje, preparar as pessoas para viverem,
como indivíduos, cidadãos e profissionais, no século XXI, em que a presença da tecnologia na vida diária, social e profissional certamente será maior ainda, por que não nos valemos, para educar, dos recursos tecnológicos à nossa disposição? Não há nada sagrado e permanente nas tecnologias que usamos para educar.
Antigamente, usava-se apenas a voz. Sócrates talvez seja o maior
educador que se valeu exclusivamente de sua voz para educar. Ele chegou até mesmo a criticar o uso de materiais escritos (textos) na educação: segundo ele, textos, além de enfraquecer nossa memória, não permitem a interação e o diálogo que, para ele, era essencial na educação.
Apesar da oposição de Sócrates, as tecnologias envolvidas na preparação de materiais escritos entraram, e entraram para ficar, na educação.
Originalmente manuscritos, os textos, a partir de meados do século
XV, começaram a ser impressos – o livro impresso sendo mais uma
tecnologia que alterou profundamente nossa forma de educar.
Hoje não saberíamos educar sem usar materiais escritos para preparar nossas aulas, sem poder esperar que nossos alunos tenham acesso a livros de texto, livros paradidáticos, enciclopédias, revistas, jornais, e materiais impressos de toda ordem.
Levou quase 500 anos para livros e revistas serem vendidos, por
baixo preço, em bancas que encontramos a cada esquina, e para se tornarem onipresentes na educação.
É possível que daqui a uns vinte anos, quem sabe menos, as pessoas
olhem para trás e se perguntem: como é que nós educávamos, no
final do século XX, sem computadores, sem redes digitais que transmitem
informações multimídia de um canto para o outro do mundo em
microssegundos, sem ferramentas de busca e pesquisa que nos permitem encontrar qualquer informação em segundos, sem poder nos comunicar instantaneamente uns com os outros independentemente do local em que nos encontramos?
Ou será que daqui a vinte anos ainda estaremos educando do mesmo jeito de hoje, do mesmo jeito que o fazia, cem anos atrás, o professor congelado, usando apenas as tecnologias da voz, do livro, do giz e do quadro-negro?
Como ler um texto e fazer anotações
• Primeira leitura, para ter uma visão geral.
• Segunda leitura, anotando a idéia principal da cada parágrafo e palavras desconhecidas, idéias ligadas às idéias centrais, detalhes significativos; fazer anotações, esquemas.
• Reler as anotações, verificar se fazem sentido, se estão claras, se há uma lógica.
• Redigir as informações com as próprias palavras.
• Rever o texto da própria redação, eliminando repetições/supérfluos.

• Enriquecer o texto com exemplos, ilustrações.

Fonte: Eduardo O.C. Chaves, in http://www.escola2000.org.br

Princípios para novos modelos na educação

Princípios para novos modelos na educação (Stephanie P. Marshall)

PARADIGMA NOVO                                           PARADIGMA VELHO             

1-(Cultura de inquirição,                              1-(Cultura de aquisição,
    interdependência, cooperação)                    independência, competição)

2-Formas integradas do saber:                      2-Valorização do objetivo e da
    conexões e significados são                           observação empírica.
    construídos pelo aprendiz; valoriza as
    relações sociais.

3-Valoriza a paixão e o amor como                3-Aquisição de conhecimento fatual
    essenciais e o engajamento pessoal                 desvinculado das emoções do
    na relação social com a comunidade.              aprendiz, visando à verdade objetiva
                                                                          (a subjetividade compromete).

4-Profunda ligação entre                                 4-Não há relação entre 
   o conhecedor  e o conhecido.                         o conhecedor e  o   conhecido.

5-Processo dinâmico de construção de            5-A aprendizagem depende de
    significados.                                                   processo incremental de aquisição.

6--Potencial capaz de desenvolvimento;           6-A inteligência é uma capacidade fixa
    a capacidade de aprender é ilimitada.                e definida.

7-Credenciados pelas demonstrações               7-O processo deve ser credenciado
    de entendimento e compreensão, em                  pelo tempo gasto de aquisição.
    qualquer tempo.
8-O objetivo da educação é a aquisição            8-O objetivo da escola é adquirir
    de sabedoria através da reflexão                        rapidamente informação, esgotar o
    orientada para questões essenciais.                    conteúdo dos programas e reproduzir
                                                                             fatos; educação para competir.
9-Integração conceitual para entender a            9-Segmentação do conteúdo como                   
    unidade do conhecimento.                                 processo didático-pedagógico.                       
                                                                                      
10-Deve abranger também avaliação                  10-Avaliação rigorosa e objetiva
    qualitativa do comportamento em                        quantificando a aquisição de
    situações do mundo real.                                     conhecimento.

11-Cooperação, interdependência e                    11-Competição e premiação externa são
      recompensas internas são mais                             os motivadores mais potentes.
      potentes.
12-O processo não se limita à escola, mas é        12-A escola representa etapa
       contínuo, por toda a vida, sob influência             fundamental no “rito de passagem”
       de múltiplas fontes de informação (tevê,             que prepara o indivíduo para a vida.
       software, internet etc.).

13-É através desse processo que as                     13-Exploração reflexiva toma muito
       crianças desenvolvem o                                      tempo para poder ser pensada na
       conhecimento e o talento necessários                  formulação do currículo.
       para construir significados.


















































Sites de Jogos Educativos Online



Lista de Sites de Jogos Educativos Online:

http://www.atividadeseducativas.com.br

http://www.gameseducativos.com

http://www.escolagames.com.br

http://www.discoverykidsbrasil.com

http://www.smartkids.com.br

http://www.tvratimbum.com.br

http://www2.uol.com.br/ecokids/index.htm

http://recreionline.abril.com.br/jogos

http://criancas.uol.com.br

http://senna.globo.com/senninha/index.asp

http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/cyberkids

http://www.klickeducacao.com.br/ativint/ativintfront/0,5981,POR,00.html

http://iguinho.ig.com.br/jogos.html

http://clubinhofabercastell.com.br

http://www.natgeo.com.br/br/jogos

http://www.somatematica.com.br

http://www.maquinadequadrinhos.com.br/Intro.aspx

http://jogos.wwf.org.br/casaeficiente

http://www.nasa.gov/audience/forkids/kidsclub/flash/index.html

http://www.mcvideogame.com/game-por.html

http://edtechideas.com/keyboarding-sites-for-kids/


http://www.fsspx-brasil.com.br/mjcb/downloads/Orquestra_sinfonica.swf

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO


FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO

Alceu Bernardino Rodrigues

Professor Tutor Externo: Viviana
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso Licenciatura em Informática (LIN0159) – Prática do Modulo III
30/11/2013
 
RESUMO
Este paper apresenta uma breve contextualização bibliográfica a cerca da Computação, considerando sua trajetória a partir do desejo e da necessidade de automatizar os cálculos, juntamente com a evolução da tecnologia de fabricação do hardware, que em conjunto com as linguagens de programação, automatizaram os processos computacionais e resultaram na Tecnologia da Informação. Apontaremos as principais invenções e a criação de conceitos usados até hoje na Informática, tais como as máquinas de calcular mecânicas que alavancaram a invenção de novos sistemas numéricos como o sistema Binário, Octal e Hexadecimal. Destacaremos a importância dos Algoritmos instruções rotineiras que automatizam os processos e cálculos. Finalizando pontuaremos a evolução dos computadores tanto analógicos quanto digital, suas aplicações e variados modelos que proporcionam melhor qualidade na interação entre o ser humano e a máquina chamada computador.

Palavras chaves; Computação; Cálculos; Hardware; Informática; Algoritmo;

1 INTRODUÇAO
           
Para entender como as maquinas revolucionaram os dias de hoje, faremos uma viagem pelas gerações de computadores, sua evolução tecnológica, como as máquinas surgiram e os computadores e, quem os desenvolveu.
A ciência tecnologia propiciou o tratamento racional e automático da Informação dando origem ao que se conhece hoje como informática. É importante expor que o conceito Informação vem do latim “Informare” (dar forma) ao conjunto de dados que produz significado, ou melhor, o dado (informação) é uma célula básica da Informação, que pode ser armazenada por dispositivos, automáticos e, que se realiza por meios mecânicos ou eletrônicos o qual se denomina Máquina (GADELHA, 2013).
 Esta informação pode através do algoritmo raciocinar e através da razão resolver um dado problema proporcionando o tratamento da informação ao realizar operações sobre certa informação. Assim, este estudo propõe-se narrar os elementos e conceitos fundamentais que proporcionaram o desenvolvimento do computador mecânico e sua evolução para o computador eletrônico, e sua evolução.  Pontuaremos os diversos tipos de computadores atuais.
Este estudo iniciar-se-á ilustrando a história do computador os primeiros dispositivos de calcular mecânicos; os elementos e conceito fundamentais; Computador mecânico; Computador Eletrônico; Evolução dos Computadores; Algoritmo e Linguagens de programação.


2 ELEMENTOS E CONCEITOS FUNDAMENTAIS


O termo COMPUTAR significa fazer cálculos, contar, efetuar operações aritméticas, COMPUTADOR é a máquina que auxilia e automatiza essa tarefa, com vantagens no tempo gasto e na precisão.
Inicialmente o homem utilizou seus próprios dedos para essa tarefa, dando origem ao sistema DECIMAL e ao termo DIGITAL e DIGITO. Para auxílio deste método, eram usados gravetos, contas ou marcas na parede. A partir do momento que o homem pré-histórico trocou seus hábitos nômades por aldeias e tribos fixas, desenvolvendo a lavoura, tornou-se necessário um método para a contagem do tempo, delimitando as épocas de plantio e colheita (GADELHA, 2013, p.01).

De acordo com Gadelha (2013, p. 01) as Tábuas de argila contendo tabuadas de multiplicação foram escritas por volta de 1700 A.C e usavam o sistema sexagesimal (base 60), dando origem às nossas atuais unidades de tempo. “Para auxiliar os cálculos há cerca de 2.500 anos surgiu o ÁBACO. A variante do ábaco mais conhecida é o SOROBAN, ábaco japonês simplificado (com 5 contas por fio, agrupadas 4x1), ainda hoje utilizado. Esse sistema de contas e fios recebeu o nome de calculi pelos romanos, dando origem à palavra cálculo”.
De acordo com Dias (2006) o matemático inglês Charles Babbage é conhecido como o "Pai do Computador". Babbage projetou o chamado "Calculador Analítico", muito próximo da concepção de um computador atual. “O projeto, totalmente mecânico, era composto de uma memória, um engenho central, engrenagens e alavancas usadas para a transferência de dados da memória para o engenho central e dispositivo para entrada e saída de dados. O calculador utilizaria cartões perfurados e seria automático” (DIAS, 2006, p. 02).
Segundo Dias (2006, p.02) o matemático húngaro John Von Neumann formalizou o projeto lógico de um computador. Em sua proposta, Von Neumann sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador. “Até então elas eram lidas de cartões perfurados e executadas, uma a uma’’. ‘’Armazená-las na memória, para então executá-las, tornaria o computador mais rápido, já que, no momento da execução, as instruções seriam obtidas com rapidez eletrônica”.


2.1 COMPUTADORES MECÂNICO


Os computadores mecânicos começaram a ser projetados em 1834, eram acionados por manivelas, realizavam cálculos através de um sistema de engrenagens, ou outro sistema mecânico qualquer. Este tipo de sistema, comum na forma de caixas registradoras era bastante utilizado naquela época. No final do século XIX surgiu o relê, um dispositivo eletromecânico, formado por um magneto móvel, que se desloca unindo dois contatos metálicos (ZANELATO, CALDAS, 2012).
O Relê foi muito usado no sistema telefônico, depois vieram os eletromecânicos, como o Z3, criado em 1941, ele podia ser programado para fazer três ou quatro adições por segundo e multiplicar dois números em quatro ou cinco segundos (ZANELATO, CALDAS, 2012 ).

2.2 COMPUTADORES ELETRÔNICOS

No final do século XIX, surgiram as primeiras válvulas. As válvulas foram usadas para criar os primeiros computadores eletrônicos, na década de 40. As válvulas tem seu funcionamento baseado no fluxo de elétrons no vácuo. As válvulas já eram bem mais rápidas que os relês, atingiam frequências de alguns Mega-hertz, o problema é que aqueciam muito, consumiam muita eletricidade e queimavam-se facilmente (MORIMOTO, 2005).
MORIMOTO (2013) expõe que construir computadores, que usavam milhares delas era difícil, e muito caro. Apesar de tudo isso, os primeiros computadores começaram a surgir durante a década de 40, naturalmente com propósitos militares. Os principais usos eram a codificação e decodificação de mensagens e cálculos de artilharia.
O Transistor substituiu a válvula, sem possuir partes móveis, consome menos energia é mais rápido.  A ideia do uso do silício para construir transistores é que adicionando certas substâncias em pequenas quantidades é possível alterar as propriedades elétricas do silício. Um transistor é composto basicamente de três filamentos, chamados de base, emissor e coletor. O emissor é o polo positivo, o coletor o polo negativo, enquanto a base é quem controla o estado do transistor, pode estar ligado ou desligado (MORIMOTO, 2013).
Outro grande salto veio quando os fabricantes deram-se conta que era possível construir vários transistores sobre o mesmo waffer de silício. Havia surgido então o circuito integrado, vários transistores dentro do mesmo encapsulamento. Assim logo surgiram os primeiros microchips.

2.3 EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES

Em 1890, o norte americano Hermann Hollerith (1860-1929) desenvolve o primeiro computador mecânico. A partir de 1930. O Mark I, concluído em 1944 por uma equipe liderada por Howard Aiken, é o primeiro computador eletromecânico capaz de efetuar cálculos mais complexos sem a interferência humana. Ele mede 15 m x 2,5 m e demora 11 segundos para executar um cálculo. Em 1946, surge o Eniac (Electronic Numerical Integrator and Computer), primeiro computador eletrônico e digital automático: pesa 30 toneladas, emprega cerca de 18 mil válvulas e realiza 4.500 cálculos por segundo (GADELHA, 2013).
O Eniac contém a arquitetura básica de um computador, empregada até hoje: memória principal (área de trabalho), memória auxiliar (onde são armazenados os dados), unidade central de processamento (o "cérebro" da máquina, que executa todas as informações) e dispositivos de entrada e saída de dados que atualmente permitem a ligação de periféricos como monitor, teclado, mouse, scanner, tela, impressora, entre outros (GADELHA, 2013).
O tamanho e o preço dos computadores começam a diminuir a partir da década de 50. Neste período, inicia-se a pesquisa dos circuitos integrados, os chips, responsáveis pela crescente miniaturização dos equipamentos eletrônicos. Em 1974, a Intel projeta o microprocessador, dispositivo que reúne num mesmo chip, todas as funções do processador central essa tecnologia que permite a criação do computador pessoal, ou microcomputador. O primeiro computador pessoal é o Apple I, inventado em 1976 pelos americanos Steve Jobs e Stephan Wozniak (SIMON, 2013).
Em 1981, a IBM lança o seu PC (Personal Computer), que se torna um sucesso comercial. O sistema operacional usado é o MS-DOS, desenvolvido pela empresa de softwares Microsoft. Na época, Bill Gates, o dono da Microsoft, convence a IBM e as demais companhias a adotarem o sistema operacional de sua empresa. Isso permite que um mesmo programa funcione em micros de diversos fabricantes. Posteriormente, os PCs passam a usar microprocessadores cada vez mais potentes: 286, 386SX, 386DX, 486SX, 486DX. O Pentium, que surge nos anos 90, é atualmente o processador mais avançado usado em PCs (GADELHA, 2013).
Para Gondim (2013, p. 01) “na década de 90 surgem os computadores que, além do processamento de dados, reúnem fax, modem, secretária eletrônica, scanner, acesso à Internet e drive para CD-ROM. Os CDs-ROM, sigla de compact disc read-only memory, criados no início da década, são discos a laser que armazenam até 650 megabytes, 451 vezes mais do que um disquete (1,44 megabytes)”. Além de armazenar grande quantidade de texto, o CD-ROM tem capacidade de arquivar fotos, vídeos e animações. Em 1996 é anunciado o lançamento do DVD (digital vídeo disc), que nos próximos anos vem a substituir o CD-ROM e as fitas de videocassete. O DVD é um compact disc com capacidade de 4,7 gigabytes (cerca de 7 CDs-ROM).
Segundo os fabricantes, terá a capacidade de vídeo de um filme de 135 minutos em padrão de compressão MPEG (tela cheia) e alta qualidade de áudio. Terá o mesmo diâmetro e espessura dos CDs atuais, mas será reproduzido em um driver específico, que também poderá ser ligado à televisão. Alguns CDs-ROM são interativos, ou seja, permitem que o usuário controle, à vontade, a navegação pelo seu conteúdo. Os computadores portáteis (laptops e palmtops), marcas da miniaturização da tecnologia, também se popularizam nos anos 90. A partir de sec. XXI os tablets e os smartphones começam a substituir os desktops e laptops (GADELHA, 2013).
             
2.4 ALGORÍTMO E LINGUAGEN DE PROGRAMAÇÃO

Linguagem de Programação é um método padronizado para expressar instruções para um Computador. É um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir um programa de computador. O primeiro projeto de linguagem de programação surgiu para um computador que não existia, sendo idealizada por Ada Lovelace em 1983. O projeto do primeiro computador foi idealizado por Charles Babbage que, após gastar fortunas e um longo tempo, não conseguiu concretizar o projeto.  (GONÇALVES, 2011).
Segundo Souza, Andrade, Gonçalves e Cunha (2010, p. 04) A primeira linguagem de programação de alto nível amplamente usada foi Fortran, criada em 1954. “Em 1957 foi criada B-0, que daria origem a Flow-Matic (1958), antecessor imediato de COBOL, de 1959. Lisp e ALGOL foram criadas em 1958. As Linguagens de programação também tornam os programas menos dependentes dos computadores ou ambientes computacionais específicos (propriedade chamada de portabilidade)”. Isto acontece porque os programas escritos em linguagens de programação são traduzidos para o código de máquina do computador no qual será executado.

2.4.1 Linguagens de Baixo Nível

De acordo com Langa (2006, p. 01) são linguagens totalmente dependentes da máquina, ou seja, que o programa que se realiza com este tipo de linguagem não pode ser migrado ou utilizado em outras máquinas. Ao estar praticamente desenhado a medida do hardware, aproveitam ao máximo as características do mesmo. Dentro deste grupo se encontram:
·         A linguagem de máquina: esta linguagem ordena à máquina as operações fundamentais para seu funcionamento. Consiste na combinação de 0's e 1's para formar as ordens entendíveis pelo hardware da máquina.  Esta linguagem é muito mais rápida que as linguagens de alto nível. A desvantagem é que são bastante difíceis de manejar e usar, além de ter códigos fonte enormes onde encontrar uma falha é quase impossível.
·         A linguagem Assembler é um derivado da linguagem máquina e está formada por abreviaturas de letras e números chamados mnemotécnicos. Com o aparecimento desta linguagem se criaram os programas tradutores para poder passar os programas escritos em linguagem assembler à linguagem máquina. Como vantagem com respeito ao código máquina é que os códigos fontes eram mais curtos e os programas criados ocupavam menos memória. As desvantagens desta linguagem continuam sendo praticamente as mesmas que as da linguagem assembler, acrescentando a dificuldade de ter que aprender uma nova linguagem difícil de provar e manter.

2.4.2 Linguagens de Alto Nível

Para Langa (2006, p. 02) as linguagens de alto nível são aquelas que se encontram mais próximas à linguagem natural que à linguagem máquina. Trata-se de linguagens independentes da arquitetura do computador. Sendo assim, a princípio, um programa escrito em uma linguagem de alto nível, pode ser migrado de uma máquina a outra sem nenhum tipo de problema.
Estas linguagens permitem ao programador se esquecer completamente do funcionamento interno da máquina/s para a que está desenhando o programa. Somente necessita de um tradutor que entenda o código fonte como as características da máquina. Costumam usar tipos de dados para a programação e existem linguagens de propósito gerais (qualquer tipo de aplicação) e de propósito específicas.

2.4.3 Linguagens de Médio Nível, C.

Trata-se de um termo não aceito por todos, porém certamente vocês já devem ter escutado. Estas linguagens se encontram em um ponto médio entre as duas anteriores. Dentro destas linguagens poderia se situar em ‘‘C’’ já que pode acessar aos registros do sistema, trabalhar com endereços de memória, todas elas características de linguagens de baixo nível e ao mesmo tempo realizar operações de alto nível (LANGA, 2006).

2.4.4 Gerações das linguagens de programação

Langa (2006, p. 03) expõe que a evolução das linguagens de programação pode ser dividida em 5 etapas ou gerações.
·         Primeira geração: Linguagem máquina.
·         Segunda geração: Criaram-se as primeiras linguagens assembler.
·         Terceira geração: Criam-se as primeiras linguagens de alto nível. Ex: C, Pascal, Cobol…
·         Quarta geração: São linguagens capazes de gerar código por si só, são os chamados RAD, com o qual pode-se realizar aplicações sem ser um expert na linguagem. Aqui também se encontram as linguagens orientadas a objetos, tornando possível a reutilização de partes do código para outros programas. Ex: Visual, Natural Adabes…
·         Quinta geração: Aqui se encontram as linguagens orientadas à inteligência artificial. Estas linguagens ainda estão pouco desenvolvidas.

2.4.5 Conceitos Importantes na Linguagem de Programação

Compilador é um programa de sistema que traduz um programa descrito em uma linguagem de alto nível para um programa equivalente em código de máquina para um processador. “Em geral, um compilador não produz diretamente o código de máquina mas sim um programa em linguagem simbólica (Assembly) semanticamente equivalente ao programa em linguagem de alto nível. O programa em linguagem simbólica é então traduzido para o programa em linguagem de máquina através de montadores” (RICARTE, 2003, p. 01).
O Algoritmo é uma sequência finita de instruções bem definidas e não ambíguas, cada uma das quais pode ser executada mecanicamente num período de tempo finito e com uma quantidade de esforço finita. O conceito de algoritmo é frequentemente ilustrado pelo exemplo de uma receita, embora muitos algoritmos sejam mais complexos. Eles podem repetir passos (fazer interações) ou necessitar de decisões (tais como comparações ou lógica) até que a tarefa seja completada (AMARAL, 2010).

Um algoritmo corretamente executado não irá resolver um problema se estiver implementado incorretamente ou se não for apropriado ao problema. Um algoritmo não representa, necessariamente, um programa de computador, e sim os passos necessários para realizar uma tarefa. Sua implementação pode ser feita por um computador, por outro tipo de autômato ou mesmo por um ser humano. Diferentes algoritmos podem realizar a mesma tarefa usando um conjunto diferenciado de instruções em mais ou menos tempo, espaço ou esforço do que outros (AMARAL , 2010).
Tal diferença pode ser reflexo da complexidade computacional aplicada, que depende de estruturas de dados adequadas ao algoritmo. Por exemplo, um algoritmo para se vestir pode especificar que você vista primeiro as meias e os sapatos antes de vestir a calça enquanto outro algoritmo especifica que você deve primeiro vestir a calça e depois as meias e os sapatos. Fica claro que o primeiro algoritmo é mais difícil de executar que o segundo apesar de ambos levarem ao mesmo resultado (AMARAL , 2010).
           
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao final deste estudo expomos que a evolução tecnológica surgiu da necessidade da automatização dos cálculos e revolucionou o mundo atual e marcou este século com grandes avanços científicos e tecnológicos. A cada dia que passa, novas descobertas alimentam a esperança de se encontrar a solução para grandes problemas que ameaçam o homem ou lhe causam sofrimentos.
Por outro lado, a de se destacar que inúmeras pesquisas são realizadas com a finalidade de melhorar as condições da vida humana ou para atender as necessidades criadas pelo próprio homem. Em todas essas situações contamos com uma fonte ilimitada de armazenamento e processamento de informações ou dado sendo um aliado inseparável e inadiável, o computador.





REFERÊNCIAS


AMARAL, Wanessa Machado do. Algoritmos e programação de computadores. Disponível em: http://www.dca.fee.unicamp.br/~wmamaral/mc102/files/aula01/aula01Intro.pdf Acesso em 16 de novembro de 2013.  

DIAS, Renato Mendes. História da computação. Disponível em: http://computacaoeinformatica.blogspot.com.br/2006_02_01_archive.html. Acesso em 15 de novembro de 2013.  

    
GADELHA, Julia. A EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES. Disponível em:  http://www2.ic.uff.br/~aconci/evolucao.html Acesso em 15 de novembro de 2013.

GONÇALVES, Rodrigo. Linguagem da programação. Disponível em: http://www.slideshare.net/RodrigoGonalves8/linguagem-da-programao-9144180. Acesso em 15 de novembro de 2013.

 

GONDIM , Thiago Souza. Informática e Computadores. Disponível em:      http://amigonerd.net/exatas/informatica/informatica-e-computadores Acesso em 15 de novembro de 2013.

LANGA, Sara Alvarez. Tipos de linguagens de programação. Disponível em: http://www.criarweb.com/artigos/685.php. Acesso em 16 de novembro de 2013. 

 

MORIMOTO, Carlos E.  Manual de Hardware Completo. Disponível em: http://ftp.caliu.cat/pub1/distribucions/knoppix-remaster/kurumin/e-book/Manual_de_Hardware_Completo_3ed.pdf Acesso em 15 de novembro de 2013.

MORIMOTO, Carlos E. Válvula. Disponível em: http://www.hardware.com.br/termos/valvula   Acesso em 15 de novembro de 2013.

RICARTE, Ivan L. M. Compiladores. Disponível em: http://www.dca.fee.unicamp.br/cursos/EA876/apostila/HTML/node37.html Acesso em 16 de novembro de 2013.  

 

SIMON, S. Introdução à informática. Disponível em:   http://www.simonsen.br/its/pdf/apostilas/base-tecnica/2/intr-informatica-2-ano-de-enfermagem-1-capitulo.pdf  Acesso em 15 de novembro de 2013.


SOUZA, Christian Eduardo Moreira de; ANDRADE, Flávio Bispo; GONÇALVES, Erich William Vela; CUNHA,        Darlon Oliveira. Linguagem
de Programação.
Disponível em: http://xa.yimg.com/kq/groups/24707830/1920838624/name/Linguagem+de+programa%C3%A7%C3%A3o.doc. Acesso em 16 de novembro de 2013.    

ZANELATO, Débora e CALDAS, Juliana. O primeiro computador. Disponível em:  http://www.recreio.com.br/fique-ligado/qual-foi-o-primeiro-computador-do-mundo. Acesso em 15 de novembro de 2013.






domingo, 24 de novembro de 2013

O PERCURSO HISTÓRICO DA PSICOLOGIA ALIADO ÀS CONTRIBUIÇÕES DOS REFERIDOS FILÓSOFOS.

             O PERCURSO HISTÓRICO DA PSICOLOGIA ALIADO ÀS CONTRIBUIÇÕES DOS REFERIDOS FILÓSOFOS.

A contribuição da Filosofia foi muito importante para o surgimento da Psicologia enquanto ciência, principalmente pelas ideias postuladas por Sócrates, Platão e Aristóteles
A construção histórica da Psicologia tem suas raízes na Filosofia, da qual recebeu importantes contribuições para o seu desenvolvimento enquanto ciência. Nesse âmbito, cabe destacar as contribuições de três filósofos que se destacaram nesse processo: Sócrates, Platão e Aristóteles. Para Sócrates, o conhecimento só era possível a partir do reconhecimento do homem quanto à sua própria ignorância diante dos acontecimentos do mundo, tanto é que uma de suas frases mais famosas diz “só sei que nada sei”. Platão, discípulo de Sócrates, procurou definir um “lugar” para a razão no nosso próprio corpo. Propõe o homem como um ser dualista, ou seja, que possui corpo e mente cada um com diferentes funções. Aristóteles, por sua vez, postulava que o conhecimento é adquirido por meio de experiências e utilizando os órgãos dos sentidos e as sensações.



                                                      TEORIAS E SISTEMAS.


O Funcionalismo é considerado a primeira sistematização, genuinamente americana de conhecimentos em Psicologia. Uma sociedade que exigia o pragmatismo para seu desenvolvimento econômico acaba por exigir dos cientistas americanos o mesmo espírito.
O Funcionalismo nunca foi uma posição sistemática altamente diferenciada. De fato, segundo Woodworth (1948), " dá-se o nome psicologia funcional a uma psicologia que procura dar uma resposta exata e sistemática às interrogações "O que fazem os homens?" e "Por que o fazem ?". Nos termos de uma tão débil especificação, o funcionalismo não poderia morrer enquanto os nossos hábitos linguísticos de perguntar "o que", "como" e "por que"não fossem substituídos por outros. Mas, provavelmente, isso é uma especificação inadequada do funcionalismo. Embora a sua definição deva permanecer tão vaga quanto o sistema, podemos acrescentar, pelo menos, que um funcionalista está caracteristicamente interessado na função do comportamento e da consciência do organismo. Também é provável que o funcionalista se interesse com as relações funcionais ou de dependência entre antecedentes e consequentes ; neste caso, função é usada em seu sentido matemático. A Psicologia americana, influenciada pela teoria da evolução e por um espirito prático, preocupou-se com a utilidade da consciência e do comportamento. Por isso a sua tendência foi funcional.
Para responder a isso William James elege a consciência como o centro de suas preocupações e busca a compreensão de seu funcionamento, na medida que o homem a usa para adaptar-se ao meio.



O ESTRUTURALISMO


A psicologia introspectiva altamente desenvolvida que recebeu o nome de estruturalismo ou existencialismo é representada em sua definitiva forma americana pela obra de Edward B. Titchener. Em 1988, Titchener apurou e dramatizou de tal modo a destinção estrutural- funcional, que James fizera quase displicentemente em 1984 que podemos dizer ter sido ele quem, efetivamente batizou ambos os sistemas.
O Estruturalismo está preocupado com a compreensão do mesmo fenômeno que o funcionalismo: a consciência. Mas, diferentemente William James, Titchner irá estudá-la em seus aspectos estruturais, isto é, os estados elementares da consciência, como estrutura do sistema nervoso central. Esta escola foi inaugurada por Wundt, mas foi Titchner, seguidor de Wundt, quem usou o termo estruturalismo pela primeira vez, no sentido de diferenciá-la do funcionalismo, o método de observação de Titchner, assim como o de Wundt, é o introspeccionismo, e os conhecimentos psicológicos produzidos são eminentemente experimentais, isto é, produzidos a partir de laboratórios.
O principal significado do estruturalismo foi triplo. Em primeiro lugar, imprimiu um forte impulso científico à psicologia, ligando pela primeira vez o nome de psicologia a um empreendimento do tipo científico, com reconhecimento acadêmico formal, e claramente separado dos dois principais campos para parentais, a Fisiologia e Filosofia. Em segundo lugar, pôs à prova, de uma forma exaustiva, as possibilidades do método introspectivo clássico como o único método para uma psicologia completa. Terceiramente proporcionou uma fonte ortodoxia contra a qual as forças funcionalistas behavioristas e gestaltistas puderam organizar a sua resistência. As escolas mais recentes surgiram de uma progressiva reformulação e recusa final de problemas estruturais básicos. Este fato, por si só, faz da psicologia introspectiva analítica de Wundt e Titchner um objeto necessário para o estudo contemporâneo.



O ASSOCIACIONISMO


O associacionismo é mais um princípio do que uma escola de Psicologia.
Assim estando o associacionismo enraizado na Filosofia, a sua história remonta à Antiguidade. A sua influência veio se estendendo até o presente, porquanto é ainda uma força ativa que está subjacente em grande parte da Psicologia. De uma ou outra forma, as idéias associacionistas têm sido encampadas por todas as escolas.
O principal representante do Associacionismo de Edward L. Thorndik, e sua importância está em ter sido o formulador de uma primeira teoria de aprendizagem na Psicologia. Sua produção de conhecimento pautava-se por uma visão de utilidade deste conhecimento, muito mais do que por questões filosóficas que perpassam a Psicologia.
Historicamente, os conceitos associacionista serviram como substituto por mais detalhada teoria de aprendizagem. Três homens se destacaram como contribuintes para esse aspecto do movimento associacionista. Hermann Ebbinghaus (1850-1909) provou uma profunda modificação do modo de trabalho associacionista. Antes dos seus estudos a aprendizagem de sílabas sem sentidos, a tendência tinha sido para começar com as associações já formadas e tentar inferir, retrospectivamente, o processo de formação das associações. Ebbinghaus começou pelo outro extremo, estudando a formação das associações; assim, foi-lhe possível controlar as condições em que se formam as associações e realizar o estudo científico da aprendizagem. I. P. Pavlov (1849-1936), o grande fisiologista Russo, teve uma responsabilidade primordial numa outra mudança: a de se estudar a associação em termo de conexões E-R e não de idéias.
As suas pesquisas prévias sobre o reflexo condicionado contribuíram, pois, para tornar a psicologia objetiva. E. L. Thorndike (1874-1949) desenvolveu a explicação mais completa dos fenômenos psicológicos, segundo uma perspectiva associacionista; portanto, trataremos o seu sistema como o representante mais apropriado do associacionismo.
É difícil destacar os sistematizadores associacionistas modernos, que não pertencem a qualquer escola coesa. Um homem é considerado associacionista na medida que utiliza princípios associacionista; mas os princípios associacionistas empregam toda a psicologia recente e contemporânea de modo que devemos selecionar os "associacionistas".
O termo de associacionismo origina-se da concepção de que a aprendizagem de dar por um processo de associação das idéias – das mais simples às mais completas. Assim, para apreender uma coisa complexa, a pessoas precisariam primeiro aprender as idéias mais simples, que a ela estariam associadas.
Thorndike formulou a Lei do Efeito, que seria de grande utilidade para a Psicologia Comportamentalista. De acordo com essa Lei do comportamento de um organismo vivo (um homem, um pombo, um rato etc.) tende a se repetir, se nós o recompensarmos (efeito) assim que ele o emitir. Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer se o organismo for castigado (efeito) após sua ocorrência, e, pela Lei do Efeito, o organismo irá associar essas situações com outras semelhantes. Por exemplo, se, ao apertarmos um dos botões do rádio, formos "premiados" com música, em outras oportunidades apertaremos o mesmo botão, bem como generalizaremos essa aprendizagem para outros aparelhos, como: toca-discos, gravadores etc.



BEHAVIORISMO


O termo Behaviorismo foi inaugurado pelo americano John B. Watson, em um artigo de 1913 que apresentava o título: Psicologia como behaviorista. O termo inglês behavior significa comportamento, daí se denominar esta tendência teórica de Behaviorismo. Mas, também utilizamos outros nomes para designá-la, como comportamentalismo, teoria comportamental, análise experimental do comportamento.
Watson, postulando o comportamento como objeto da Psicologia, dava a essa ciência a consistência que os psicólogos da época vinham buscando. Um objeto observável, mensurável, que podia ser reproduzido em diferentes condições e em diferentes sujeitos. Essas características eram importantes para que a Psicologia alcançasse o status de ciência, rompendo definitivamente com a sua tradição filosófica.
É importante esclarecer que o behaviorismo apesar de colocar o comportamento como o objeto da Psicologia, considera que "só quando se começa a relacionar os aspectos do comportamento com os do meio é que há possibilidade de existir uma Psicologia Científica".
Portanto, o behaviorismo dedicou-se ao estudo do comportamento, na relação que se mantém com o meio ambiente onde ocorre. Mas, como o comportamento e meio são termos amplos demais para serem úteis para uma análise descrita nesta ciência, os psicólogos desta tendência chegaram aos conceitos de estímulo e resposta (teoria S-R:abreviatura dos termos latinos Stimulus e Responsio).
Estímulos e resposta são, portanto, as unidades básicas da descrição e o ponto de partida do comportamento.
O homem começa a ser estudado como produto do processo de aprendizagem pela qual passa desde a infância, ou seja, como produto das associações estabelecidas durante sua vida entre estímulos( do meio) e respostas (manifestações comportamentais).
O mais importante behaviorista que sucedeu Watson é B. F. Skinner (1904-1990) . O behaviorismo de Skinner conhecido como análise experimental do comportamento tem influenciado muitos psicólogos americanos e de vários países onde a psicologia americana tem grande penetração como o próprio Brasil.
A base da corrente skinneriana está na formulação do condicionamento operante, que é o comportamento voluntário e abrange uma quantidade muito maior da atividade humana. Como diz Keller o comportamento operante "inclui todos os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer em algum momento, têm um efeito sobre ou fazem algo ao mundo em redor. O comportamento operante opera sobre o mundo, por assim dizer, quer direta, ou indiretamente" .
A principal aplicação dos conceitos apresentados tem sido a educação. São conhecidos os métodos de ensino programado e o controle e organização da situação de aprendizagem, bem como a elaboração de tecnologia de ensino.
Entretanto, outras áreas também têm recebido a contribuição das técnicas e conceitos desenvolvidos pelo Behaviorismo, como área de treinamento de empresa; a clínica psicológica, o trabalho educativo de crianças excepcionais, a publicidade e outros mais.
Na verdade, a análise experimental do comportamento pode auxiliar-nos a descrever nossos comportamentos em qualquer situação ajudando-nos a modificá-las.



A GESTALT


Psicologia da Gestalt é uma tendência teórica mais coerente e coesa da história da Psicologia. Seus articuladores preocuparam-se em construir não só uma teoria consistente mais também uma base metodológica forte que garantisse a consistência teórica. Gestalt é um termo alemão de difícil tradução. O termo mais próximo em português seria forma ou configuração, que não é utilizado não por corresponder exatamente ao seu real significado em Psicologia.
No final do século passado estudiosos procuravam compreender o fenômeno psicológico em seus aspectos naturais (principalmente no sentido da mensurabilidade). A Psicofísica estava em voga.
Ernst Mach (1838 –1916), físico, e Christian von Ehrenfels (1859-1932), filósofo e psicólogo, desenvolviam uma psicofísica com estudos sobre as sensações (o dado psicológico) do espaço tempo-forma (dado físico) e podem ser considerados com os mais diretos antecessores da psicologia da Gestalt . Max Wertheimer (1880-1943) Wolfgang kohler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1941), baseados nos estudos psicofísicos que relacionaram a forma e sua percepção construíram a base de uma teoria eminentemente psicológica.
Eles iniciaram seus estudos pela percepção e sensação do movimento. Os Gestalt estavam preocupados em compreender quais os processos psicológicos envolvidos na ilusão de ótica, quando o estímulo físico é percebido pelo sujeito como uma forma diretamente da que ele tem da realidade.
É o caso do cinema. Quem já viu uma fita cinematográfica sabe que ela é composta de fotogramas estáticos. O movimento que vemos na tela é ilusão de ótica causada pela pós-imagem retiniana (a imagem demora um pouco para se "apagar"em nossa retina). Como as imagens vão-se sobrepondo em nossa retina, temos a sensação de movimento. Mas o que de fato está na tela é uma fotografia estática.



A PSICANÁLISE


As teorias científicas surgem influenciadas pelas condições da vida social nos aspectos econômicos, políticos, culturais etc. São produtos históricos criados por homens concretos que vivem o seu tempo e contribui ou alteram radicalmente o desenvolvimento da ciência.
Sigmund Freud (1856-1839) foi um médico vienense que alterou radicalmente, o modo de pensar a vida psíquica. Sua contribuição é comparável à Karl Max na compreensão dos processo históricos e sociais. Freud ousou colocar os "processos misteriosos"do psiquismo, suas "regiões obscuras", isto é, as fantasias, sonhos, os esquecimentos, a interioridade do homem, como problemas científicos. A investigação sistemática desses problemas levou Freud à criação da Psicanálise.
O Termo Psicanálise é usado para se referir a uma teoria, a um método de investigação e uma prática profissional. Teoria caracteriza-se por um conjunto de conhecimentos sistematizados sobre o funcionamento da vida psíquica. Freud publicou uma extensa obra, durante toda sua vida, relatando suas descobertas e formulando leis gerais sobre as estruturas e o funcionamento da psique humana. A psicanálise, enquanto método de investigação, caracteriza-se pelo método interpretativo, que busca o significado oculto daquilo que é manifesto através de ações e palavras ou através das produções imaginárias, como os sonhos, os delírios, as associações livres. A prática profissional refere-se à forma de tratamento psicológico (a análise), que visa a cura ou autoconhecimento.
A psicanálise encontra-se na posição paradoxal de frequentemente rejeitada como um sistema científico, ao mesmo tempo que é aceita por suas notáveis contribuições para a ciência, deu contribuições para vários campos, estimulou o pensamento e a observação em muitas áreas, até então negligenciadas, da psicologia: o significado dos fatores inconscientes na determinação do comportamento; a importância geral do sexo no comportamento normal e anormal; a importância do conflito da infância, do irracional e do emocional. Pessoalmente, Freud realizou argutas observações durante uma longa vida de trabalho incansável e cotidiano e contribuiu com hipóteses ou fatos - não podemos dizer ainda quais são o que – sobre vastas áreas do comportamento humano.



domingo, 3 de novembro de 2013

Planilhas Online

Planilhas

Com as planilhas do Google, é fácil criar, compartilhar e editar planilhas on-line. A seguir, algumas ações específicas que você pode realizar:
• Importar e converter dados nos formatos .xls, .csv, .txt e .ods.
• Exportar dados nos formatos .xls, .csv, .txt e .ods e arquivos PDF e HTML.
• Usar a formatação e edição de fórmulas para calcular resultados e personalizar a aparência de seus dados.
• Bater papo em tempo real com as pessoas que estiverem editando sua planilha.
• Criar gráficos e gadgets.
• Incorporar uma planilha ou páginas específicas de uma planilha a seu blog ou website.
Leia este guia para conhecer os principais recursos das planilhas do Google e aprender a criar uma planilha. Para começar a usar as planilhas do Google e outros aplicativos no Google Drive, faça login em sua Conta do Google em
Há várias maneiras de começar a usar as planilhas do Google: você pode criar uma nova planilha do Google, fazer upload de uma planilha a partir de um computador ou usar um modelo de nossa galeria de modelos.
Há várias maneiras de começar a usar os documentos do Google: você pode criar um novo documento on-line, fazer upload de um documento existente ou usar um modelo de nossa galeria de modelos.
Para criar um novo documento, acesse a Lista de documentos, clique no botão Criar e selecione Documento no menu suspenso.
Assim que você nomear o documento ou começar a digitar, o Google Docs irá salvar periodicamente seu trabalho de forma automática. Na parte superior do documento, será exibido um texto indicando quando seu documento foi salvo pela última vez. É possível acessar seu documento a qualquer momento, abrindo a Lista de documentos
Para salvar a cópia de um documento no computador, é possível fazer download. Em seu documento, acesse o menu Arquivo e selecione a opção Fazer download como. Selecione um dos seguintes tipos de arquivo: .csv, .html, .ods, .pdf, .xls, .txt. O download do arquivo será feito para seu computador.
Você poderá fazer upload de planilhas existentes para o Google Docs quando desejar. Ao fazer upload, é possível manter a planilha no formato de arquivo original ou convertê-la no formato do Google Docs. Converter sua planilha no formato do Google Docs permite a edição e colaboração on-line a partir de qualquer computador.
É possível fazer upload dos seguintes formatos de arquivos:
• .xls e .xlsx
• .ods
• .csv
• .tsv
• .txt
• .tsb
Siga estas etapas para fazer upload de uma planilha:
1. Clique no ícone Fazer upload, na parte superior esquerda de sua Lista de documentos.
2. Clique em Arquivos... e selecione o documento de que você deseja fazer upload.
3. Clique em Abrir.
4. Marque a caixa de seleção ao lado de "Converter documentos, apresentações, planilhas e desenhos nos formatos correspondentes do Google Docs" se desejar editar e colaborar no documento on-line. Os documentos enviados convertidos no formato do Google Docs não podem ser maiores que 1 MB.
5. Clique em Iniciar upload. O arquivo enviado é exibido em sua Lista de documentos.
Planilhas enviadas convertidas no formato de planilhas do Google não podem ser maiores que 20 MB e devem ter até 400.000 células e 256 colunas por página. Saiba mais sobre limites de taman
Para criar rapidamente uma planilha, você pode escolher um dos modelos em nossa galeria de modelos. Cada modelo apresenta um texto-padrão que você pode substituir pelo seu, além de uma formatação pré-configurada que você pode utilizar novamente.
Você também pode criar uma planilha a partir de um modelo diretamente de sua Lista de documentos. Clique no botão vermelho Criar e selecione Do modelo....
Editar conteúdo em uma célula
Para inserir conteúdo em uma célula vazia, clique na célula e adicione seu conteúdo. Para editar uma célula que já tem conteúdo, clique duas vezes na célula e edite o conteúdo. Como alternativa, você pode clicar uma vez na célula e pressionar Enter ou F2.
Você pode criar quebras de linha dentro de uma célula enquanto estiver editando caso deseje melhorar o visual de um texto que precisa de quebras de linha, como endereços. Para criar uma quebra de linha, posicione o cursor em uma célula e pressione Ctrl+Enter.
Formatar dados em um intervalo de células
Você pode formatar dados em suas planilhas de várias formas usando as opções na barra de ferramentas da planilha. Você pode passar o mouse sobre um ícone na barra de ferramentas para ver uma mensagem descrevendo o que cada opção pode fazer.
Veja as principais opções de formatação:
• Imprimir
• Desfazer ou refazer a última operação
• Alterar o formato de número, data ou moeda
• Formatar conteúdo da célula
• Alterar o tamanho da fonte
• Adicionar negrito ou tachado
• Alterar a cor do texto ou do plano de fundo
• Adicionar bordas
• Alinhar o texto
• Mesclar células horizontalmente nas linhas selecionadas
• Ajustar texto
• Adicionar fórmulas
Você pode formatar números em uma planilha de várias formas, inclusive decimal, percentual e anotação científica. Você também pode selecionar diferentes formatos de data e moeda para exibir corretamente seus dados na planilha.
Para formatar ou alterar o formato dos números, datas ou moedas em uma planilha, siga estas etapas:
1. Selecione o intervalo de células que você deseja formatar ou alterar.
2. Clique no ícone 123 na barra de ferramentas.
3. Selecione o formato de número, data ou moeda que você deseja aplicar ao intervalo de células.
4. Você pode adicionar uma fórmula a qualquer célula na planilha digitando um sinal de igual (=) seguido do nome da função. O recurso "Sugestão automática" exibe uma caixa com o nome e a sintaxe da fórmula que você está construindo.
5. Funções aninhadas
6. Uma função utilizada na mesma célula com outra função é chamada de função aninhada. Quando as funções são combinadas, as planilhas do Google calculam primeiro a função mais interna. A função de aninhamento está entre parênteses e é utilizada como um dos componentes da função em volta.
7. Por exemplo, imagine que você queira calcular o valor absoluto de uma soma de vários números no intervalo de células A1:A7. Para calcular a soma desses números, digite "=SUM (A1:A7)" em uma célula.
8. Para calcular o valor absoluto desta soma, você precisa aninhar a fórmula da soma dentro da fórmula de valor absoluto. Para calcular ambas as fórmulas em uma célula, digite "=ABS(SUM(A1:A7))" na célula. Observe que a função =SUM() é executada primeiro e utilizada como um componente da função =ABS().
9. Destaque de fórmulas
10. Quando você faz referência a outras células em uma fórmula, estas células são destacadas em cores fortes para ajudar você a criar a fórmula mais facilmente. Quando você clica na célula com uma fórmula concluída, essas células também são exibidas em destaque.
11.
Depois de criar uma planilha do Google, você pode compartilhá-la com amigos, família e colaboradores. Faça isso pela Lista de documentos ou diretamente no documento.
• Na Lista de documentos, selecione o documento que deseja compartilhar. Também é possível selecionar vários itens. Em seguida, acesse o menu suspenso Mais. Aponte o cursor do mouse para a opção Compartilhar... e selecione Compartilhar...
• Em seu documento, clique no botão azul Compartilhar, no canto superior direito da janela.
Depois, siga estas instruções:
1. Em "Adicionar pessoas", digite o endereço de e-mail das pessoas com as quais você deseja compartilhar seu documento. Você pode adicionar uma única pessoa ou uma lista de e-mails.
2. À direita da lista de nomes, selecione "Pode visualizar", "Pode editar" ou "Pode comentar" no menu suspenso.
3. Se deseja adicionar uma mensagem ao convite, clique em Adicionar mensagem e introduza um texto.
4. Clique em Compartilhar e salvar. Para pular a etapa de enviar um convite, desmarque a opção "Notificar pessoas por e-mail" (recomendado). Seus colaboradores e leitores ainda poderão acessar o documento em suas Listas de documentos, mas não receberão um convite por e-mail.
Na caixa de diálogo "Configurações de compartilhamento", também é possível ver quem acessou sua planilha, alterar o nível de acesso das pessoas, remover editores, comentadores e leitores e alterar a opção de visibilidade da planilha.
Os formulários são uma ferramenta útil que ajuda a planejar eventos, aplicar testes em alunos ou colher informações de forma direta e fácil. Um formulário do Google é automaticamente conectado a uma planilha com o mesmo título. Quando você envia o formulário para os destinatários, suas respostas são coletadas automaticamente nessa planilha.
Criar e enviar formulários
Você pode criar e enviar um formulário a partir de sua Lista de documentos ou de uma planilha existente.
Criar um formulário a partir de sua Lista de documentos:
1. Clique em Criar > Formulário.
2. No modelo de formulário que será aberto, você poderá adicionar quaisquer perguntas e opções que desejar.
3. Clique em Enviar formulário por e-mail quando terminar de adicionar as perguntas.
4. Adicione o endereço de e-mail das pessoas para as quais deseja enviar esse formulário.
5. Clique em Enviar.
Criação de formulários por meio de planilhas:
1. Clique no menu suspenso Ferramentas, localize Formulário e selecione Criar um formulário.
2. No modelo de formulário que será aberto, você poderá adicionar quaisquer perguntas e opções que desejar.
3. Clique em Enviar formulário por e-mail quando terminar de adicionar as perguntas.
4. Adicione o endereço de e-mail das pessoas para as quais deseja enviar esse formulário.
5. Clique em Enviar.
6. Na próxima vez em que você abrir o formulário, um menu Formulário é exibido na barra de menu.
Adicionar itens e perguntas a formulários
Você pode adicionar diferentes tipos de perguntas aos seus formulários clicando em Formulário na sua planilha e depois clicando em Adicionar item na parte superior da página de edição. A seguir, uma lista das perguntas que você pode selecionar: caixas de diálogo, grade, listas suspensas com opções, múltipla escolha, texto de parágrafo, que permite longas respostas, e escala, onde os convidados dão uma nota a alguma coisa em uma escala de 1-5, por exemplo.
Adicione cabeçalhos da seção caso queira dividir seu formulário em seções para facilitar a leitura e também para preenchê-lo. Selecione Cabeçalho da seção no menu suspenso Adicionar item.

Cada cabeçalho da seção tem um título, que aparece com uma fonte maior e uma descrição da seção.
Dividir perguntas em várias páginas
Se você criou um formulário longo, por exemplo, e quiser facilitar o preenchimento para as pessoas, adicione quebras de página. No menu suspenso Adicionar item, selecione Quebra de página.

Dicas úteis
• Você pode editar a mensagem de confirmação exibida para as pessoas que preencherem o seu formulário após o envio das respostas. Clique no menu suspenso Mais ações na parte superior direita do formulário e selecione Confirmação de edição.
• Caso você tenha editado um formulário e precise enviá-lo novamente, clique no botão Editar e reenviar no canto inferior esquerdo da guia Compartilhamento.
Editar uma pergunta de formulário
Veja alguns exemplos do que você pode fazer com as suas perguntas:
• Editar: Para editar uma pergunta existente, clique no botão Editar à direita da pergunta que você deseja editar.

• Excluir: Para excluir uma pergunta, clique no botão Excluir à direita da pergunta que você deseja excluir.

• Duplicar: Para duplicar uma pergunta, clique no botão Duplicar à direita da pergunta que desejar duplicar.

Depois de criar e editar uma planilha, você pode publicá-la em uma página da web. Acesse o menu Arquivo e selecione Publicar na web.... Em seguida, clique em Começar a publicar.
Você pode enviar o URL de sua planilha para seus amigos, colegas e familiares, que podem digitá-lo na barra de endereço do navegador para visualizar a planilha.

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Editar conteúdo em uma célula
Para inserir conteúdo em uma célula vazia, clique na célula e adicione seu conteúdo. Para editar uma célula que já tem conteúdo, clique duas vezes na célula e edite o conteúdo. Como alternativa, você pode clicar uma vez na célula e pressionar Enter ou F2.
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Formatar dados em um intervalo de células
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Para formatar ou alterar o formato dos números, datas ou moedas em uma planilha, siga estas etapas:
1. Selecione o intervalo de células que você deseja formatar ou alterar.
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4. Você pode adicionar uma fórmula a qualquer célula na planilha digitando um sinal de igual (=) seguido do nome da função. O recurso "Sugestão automática" exibe uma caixa com o nome e a sintaxe da fórmula que você está construindo.
5. Funções aninhadas
6. Uma função utilizada na mesma célula com outra função é chamada de função aninhada. Quando as funções são combinadas, as planilhas do Google calculam primeiro a função mais interna. A função de aninhamento está entre parênteses e é utilizada como um dos componentes da função em volta.
7. Por exemplo, imagine que você queira calcular o valor absoluto de uma soma de vários números no intervalo de células A1:A7. Para calcular a soma desses números, digite "=SUM (A1:A7)" em uma célula.
8. Para calcular o valor absoluto desta soma, você precisa aninhar a fórmula da soma dentro da fórmula de valor absoluto. Para calcular ambas as fórmulas em uma célula, digite "=ABS(SUM(A1:A7))" na célula. Observe que a função =SUM() é executada primeiro e utilizada como um componente da função =ABS().
9. Destaque de fórmulas
10. Quando você faz referência a outras células em uma fórmula, estas células são destacadas em cores fortes para ajudar você a criar a fórmula mais facilmente. Quando você clica na célula com uma fórmula concluída, essas células também são exibidas em destaque.
11.
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1. Em "Adicionar pessoas", digite o endereço de e-mail das pessoas com as quais você deseja compartilhar seu documento. Você pode adicionar uma única pessoa ou uma lista de e-mails.
2. À direita da lista de nomes, selecione "Pode visualizar", "Pode editar" ou "Pode comentar" no menu suspenso.
3. Se deseja adicionar uma mensagem ao convite, clique em Adicionar mensagem e introduza um texto.
4. Clique em Compartilhar e salvar. Para pular a etapa de enviar um convite, desmarque a opção "Notificar pessoas por e-mail" (recomendado). Seus colaboradores e leitores ainda poderão acessar o documento em suas Listas de documentos, mas não receberão um convite por e-mail.
Na caixa de diálogo "Configurações de compartilhamento", também é possível ver quem acessou sua planilha, alterar o nível de acesso das pessoas, remover editores, comentadores e leitores e alterar a opção de visibilidade da planilha.
Os formulários são uma ferramenta útil que ajuda a planejar eventos, aplicar testes em alunos ou colher informações de forma direta e fácil. Um formulário do Google é automaticamente conectado a uma planilha com o mesmo título. Quando você envia o formulário para os destinatários, suas respostas são coletadas automaticamente nessa planilha.
Criar e enviar formulários
Você pode criar e enviar um formulário a partir de sua Lista de documentos ou de uma planilha existente.
Criar um formulário a partir de sua Lista de documentos:
1. Clique em Criar > Formulário.
2. No modelo de formulário que será aberto, você poderá adicionar quaisquer perguntas e opções que desejar.
3. Clique em Enviar formulário por e-mail quando terminar de adicionar as perguntas.
4. Adicione o endereço de e-mail das pessoas para as quais deseja enviar esse formulário.
5. Clique em Enviar.
Criação de formulários por meio de planilhas:
1. Clique no menu suspenso Ferramentas, localize Formulário e selecione Criar um formulário.
2. No modelo de formulário que será aberto, você poderá adicionar quaisquer perguntas e opções que desejar.
3. Clique em Enviar formulário por e-mail quando terminar de adicionar as perguntas.
4. Adicione o endereço de e-mail das pessoas para as quais deseja enviar esse formulário.
5. Clique em Enviar.
6. Na próxima vez em que você abrir o formulário, um menu Formulário é exibido na barra de menu.
Adicionar itens e perguntas a formulários
Você pode adicionar diferentes tipos de perguntas aos seus formulários clicando em Formulário na sua planilha e depois clicando em Adicionar item na parte superior da página de edição. A seguir, uma lista das perguntas que você pode selecionar: caixas de diálogo, grade, listas suspensas com opções, múltipla escolha, texto de parágrafo, que permite longas respostas, e escala, onde os convidados dão uma nota a alguma coisa em uma escala de 1-5, por exemplo.
Adicione cabeçalhos da seção caso queira dividir seu formulário em seções para facilitar a leitura e também para preenchê-lo. Selecione Cabeçalho da seção no menu suspenso Adicionar item.

Cada cabeçalho da seção tem um título, que aparece com uma fonte maior e uma descrição da seção.
Dividir perguntas em várias páginas
Se você criou um formulário longo, por exemplo, e quiser facilitar o preenchimento para as pessoas, adicione quebras de página. No menu suspenso Adicionar item, selecione Quebra de página.

Dicas úteis
• Você pode editar a mensagem de confirmação exibida para as pessoas que preencherem o seu formulário após o envio das respostas. Clique no menu suspenso Mais ações na parte superior direita do formulário e selecione Confirmação de edição.
• Caso você tenha editado um formulário e precise enviá-lo novamente, clique no botão Editar e reenviar no canto inferior esquerdo da guia Compartilhamento.
Editar uma pergunta de formulário
Veja alguns exemplos do que você pode fazer com as suas perguntas:
• Editar: Para editar uma pergunta existente, clique no botão Editar à direita da pergunta que você deseja editar.

• Excluir: Para excluir uma pergunta, clique no botão Excluir à direita da pergunta que você deseja excluir.

• Duplicar: Para duplicar uma pergunta, clique no botão Duplicar à direita da pergunta que desejar duplicar.

Depois de criar e editar uma planilha, você pode publicá-la em uma página da web. Acesse o menu Arquivo e selecione Publicar na web.... Em seguida, clique em Começar a publicar.
Você pode enviar o URL de sua planilha para seus amigos, colegas e familiares, que podem digitá-lo na barra de endereço do navegador para visualizar a planilha.