domingo, 23 de junho de 2013

Tecnologia Educacional



Tecnologia Educacional: Fundamentos e usos desta metodologia na prática pedagógica. Internet (no ensino presencial e a distância). As TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação
Tecnologia Educacional: Fundamentos e usos desta metodologia na prática pedagógica. Internet (no ensino presencial e a distância). As TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação
v      Justificativa da escolha da tecnologia educacional
A Educação à Distância-EaD é uma modalidade educativa que implica na organização e planejamento de circunstâncias educativas diferentes das usuais, trazendo para o cenário educacional a discussão sobre novas práticas pedagógicas e suas relações com as Tecnologias da Informação e da Comunicação.
A aplicação da tecnologia nos sistemas educacionais, nos cursos presenciais ou a distância, traz em si uma revolução nos paradigmas educacionais atuais à medida que apresenta diversas oportunidades para integrar e enriquecer cursos, disciplinas, materiais didáticos, dentre outros. É preciso realizar a gestão do conhecimento e, principalmente, aprender a construir de forma coletiva, proporcionando novos meios de interação e comunicação entre professores e alunos. A internet insere novas funcionalidades na transmissão da informação ao individuo e possibilita a troca das mesmas através de grupos de discussão como: chats, bloggers, murais, e-mails e várias outras possibilidades frente aos rápidos avanços tecnológicos.
O objetivo das TIC’s (Tecnologias de Informação e Comunicação) na educação não é modismo, mas sim adaptação a uma realidade. As inovações tecnológicas no processo educativo possuem como finalidade, traduzir as mensagens pedagógicas a fim de instigar e ampliar os horizontes do aluno. Por essa razão, quanto mais aprofundamos na pesquisa e desenvolvimento de metodologias educacionais com o uso da tecnologia, mais esta se torna presente em uma Instituição de Ensino, seja através de sistemas integrados de gestão educacional ou aulas ministradas com o uso das mesmas. A implantação da tecnologia é uma tarefa relativamente fácil se comparada à mudança dos paradigmas nos processos de ensino, uma vez que é mais difícil quebrar esta barreira.
Para que esse novo sistema tenha efeito se faz necessário prover mudanças e concentrar os esforços em pessoas chaves, ou seja, os professores – educadores e não professores - mecanizados, que devem ser capacitados para a nova metodologia de ensino tornando-se assim agentes da educação. Seguindo esta linha de raciocínio demonstraremos ao longo deste artigo como está sendo mudada a forma de interação entre Professor/Aluno, afim de, dar maior oportunidade de acesso a informação para o aluno e com isso atingi-lo na linguagem em que ele está mais acostumado atualmente, ou seja, ainda que assustadora, mas nossa aliada, a tecnologia.
v      Histórico do uso dessa tecnologia na educação
A educação há décadas passa por transformações em seus modelos pedagógicos, onde a principal função do professor era transmitir a informação que lhe foi dada. Com a consolidação da globalização e a crescente inovação tecnológica, as formas pedagógicas tradicionais estão sendo revistas.
Podemos perceber a grande ação da tecnologia em nosso cotidiano, já é natural, da mesma forma é para todas as demais atividades que realizamos, desde o simples pagamento de uma conta até um curso que necessitados para aprimorar nosso conhecimento. A necessidade por produtos, serviço e equipamentos resultantes de grandes estudos, planejamentos e construções específicas para por fim ser utilizado na busca e melhoria em nossa qualidade de vida. (KENSHI, 2008).
Esse conjunto de conhecimentos e princípios científicos aplicados ao planejamento, construção e utilização de um equipamento para determinado tipo de atividade, tornou-se comum, e hoje podemos perceber que a tecnologia invadiu nosso cotidiano e que estamos em plena sociedade tecnológica. (ROESLER, 2006).A tecnologia vai além de equipamentos. Kenski (2008) acrescenta que espaços ou produtos são utilizados como suporte a diversas ações. Como exemplo, ele cita as chamadas tecnologias da inteligência: “construções internalizadas nos espaços da memória das pessoas e que foram criadas pelos homens para avançar no conhecimento e aprender mais. A linguagem oral, a escrita e a linguagem digital “dos computadores” são exemplos paradigmáticos desse tipo de tecnologia”. (KENSKI, 2008 apud LÉVY, 1993). Alinhada às tecnologias da inteligência, existem tecnologias que possibilitam a veiculação das informações entre diversos meios de comunicação, essas são definidas como TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação).
Redes de computadores são as auto- pistas por onde trafegam, em âmbito mundial, informações eletrônicas dos mais variados tipos, incluindo textos, figuras, sons e imagens. Para o mundo globalizado - o mundo das redes de computadores - não existem fronteiras entre países, assim como também não há distinção de raça, sexo, cor ou nacionalidade entre pessoas.
O governo federal tem como meta estratégica prioritária para os próximos anos a organização e a exploração desse conjunto de "supervias eletrônicas", em parceria com a iniciativa privada, visando integrar o Brasil definitivamente à comunidade eletrônica internacional, facilitando o fluxo de informações entre as instituições brasileiras e, destas, com suas congêneres no exterior. Nesse quadro, a Internet/Brasil desempenha papel central.
As redes eletrônicas de computadores proporcionam a seus usuários comunicação a baixo custo e acesso a fontes inesgotáveis de informação. Elas interconectam pessoas para os mais variados fins e têm contribuído para ampliar e democratizar o acesso à informação, eliminando barreiras como distância, fronteiras, fuso horário, etc.
Internet no Brasil
Até recentemente, no Brasil, o acesso à Internet era restrito a professores, estudantes e funcionários de universidades e instituições de pesquisa. Em adição, instituições governamentais e privadas também obtiveram acesso devido a colaborações acadêmicas e atividades não-comerciais.
A partir de 1995, surgiu a oportunidade para que usuários fora das instituições acadêmicas também obtivéssem acesso à Internet e que a iniciativa privada viesse a fornecer esse serviço. Isto significa que haverá cada vez mais computadores brasileiros, fora das instituições de ensino, ligados à Internet, e que um vasto leque de aplicações surgirá a curto prazo.
v      Revisão de bibliografia sobre o assunto (no mínimo duas laudas com referências bibliográficas)
Conforme Ritto e Machado Filho (1995, p.31), a função da educação hoje é “promover o desenvolvimento das pessoas (e estar) comprometidas com o aumento de seus conhecimentos e da sua percepção de mundo visando a sua formação para a atuação no mercado de trabalho”. Somente o indivíduo preparado e inovador poderá candidatar-se a influir no processo de supremacia do conhecimento, pois o trunfo está em sua capacidade de   buscar,   de   criar,   de   romper   com   padrões   estabelecidos.
O desafio colocado para a educação é preparar os educandos para aprender a aprender, a ser, a fazer e a viver com os outros (DELORS, 2003). Essas dimensões do educar apontam para o convívio com o diferente, com a constante preocupação com a formação, para o desenvolvimento das diversas potencialidades e a necessidade de formação profissional para enfrentar situações diversificadas no trabalho.
Na atualidade temos um número significativo de professores desenvolvendo projetos e atividades mediados por tecnologias, porém, a grande maioria das escolas e professores ainda está com dificuldades em como utilizá-las adequadamente.
Segundo Moran (2010), a apropriação das tecnologias pelas escolas passa por três etapas. Na primeira, as tecnologias são utilizadas para melhorar o que já existia manualmente, como o desempenho, a gestão, para automatizar processos e diminuir custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Cria uma página na Internet com algumas ferramentas de pesquisa e comunicação, divulga textos e endereços interessantes, desenvolve alguns projetos, há atividades no laboratório de informática, mas mantém intocada a estrutura de aulas, disciplinas e horários. Por fim, na terceira, com o amadurecimento da sua implantação e o avanço da integração das tecnologias, as universidades e escolas repensam o seu projeto pedagógico, o seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades a distância combinadas as presenciais.
É o que não aconteceu no sistema educacional em geral, aliado ao descaso dos governantes temos o caro acesso a todos para essa tecnologia desde cabeamento e sinais de transmissão, mas avanços tecnológicos tem barateado o custo e permitido o avanço a passos lentos, mas acontecendo, o professor que no futuro breve espero tenha total liberdade para disponibilizar listas de exercícios, que podem ser respondidas pelos alunos em dia e hora marcada. Dentre as mil possibilidades que podem surgir nesse inovador mundo tecnológico, e pode-se até se pensar em aplicar avaliações em horário extra-aula.
Em nosso país, a EaD ganha aval como elemento da política educacional através da Lei n.º 9394, de dezembro de 1996, e suas regulamentações. Passa a ser concebida como portadora da mesma esperança e da mesma responsabilidade perante a qualidade da educação, deixando de ser entendida como “emergencial” e tornando-se um forte componente da política educacional brasileira em favor da democratização do acesso à educação. Neste movimento, teve reconhecido seu potencial renovador dos paradigmas educacionais devido às especificidades de suas práticas pedagógicas que colocam em evidência a relação entre educação e comunicação, na medida em que se viabiliza através das TICs.
As TIC’s são conjuntos de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e a comunicação de vários tipos de processos existentes nas atividades profissionais, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, religiosa, entre outras, ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações. Como exemplo pode-se citar recursos como: MSN, Blogs, Portais Educacionais, Websites entre diversos softwares e equipamentos de comunicação. (MICHEL, 2009).As Tecnologias de Informação e Comunicação, conhecidas como TIC’s passaram a ser mais do que um luxo, e sim encaradas como uma necessidade, um pressuposto essencial para a realização de qualquer atividade profissional, embora as vantagens que as TIC’s ofereçam, tem-se comentado também sobre o seu efeito negativo da internet, ou seja, a proliferação de conteúdo malicioso, que afeta a sociedade, economia, pesquisa entre outros casos que possam dificultar a busca pela informação. (CANJUNDO, 2008).
Segundo Canjundo (2008), nós presenciamos, há alguns anos o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade, e isto faz com que inúmeras áreas sofram mudanças em termos de inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, criando a busca por novas formas na quebra de paradigmas tradicionais nas áreas de finanças, educação, segurança, transportes, etc. A área educacional pode usufruir das TIC’s agregando qualidade e criatividade, tudo em pro de “ganhar” o aluno, ou seja, despertar dentro dele a curiosidade pelo assunto abordado, fazendo com que isto se fortaleça desde a educação básica até às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).
As TIC’s aumentam o tamanho da sala de aula, a autonomia do professor na disponibilização de arquivos e na criação de ambientes que propiciem a interação entre alunos, professores e até mesmo outros interessados no assunto, através da utilização de meios eletrônicos para transmissão e gravação de conteúdos educacionais, quebrando barreiras entre os mais variados idiomas e culturas, independente do local e horário, criando meios para o indivíduo construir seu conhecimento. (CANJUNDO, 2008).O termo educação a distância-EaD, abrange formas de estudo nas quais as ações dos estudantes e as ações dos professores ocorrem de forma assíncrona, objetivando minimizar custos, superar problemas de escala, possibilitar o acesso à educação a pessoas que residem distante do provedor de ensino ou que, por outro motivo, não possam freqüentar uma escola e,   também,   pessoas   interessadas   em   metodologias   de   aprendizagem   sintonizadas   com   as novas   exigências      corporativas. Para responder a este desafio, a  EaD vem desenhando sistemas de ensino-aprendizagem nos quais os estudantes necessitam desenvolver sua autonomia, adquirir hábitos e valores que possibilitem sua autodeterminação, capacidade de trabalharem e decidirem por si mesmos e em equipe.
v      Considerações Críticas sobre o uso da tecnologia no espaço educativo do Ensino superior
Segundo Canjundo (2008), o quotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e corretos das TIC’s. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas trazem ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.
É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TIC’s na escola, fazendo com que tenham contato permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidadesda utilização destas tecnologias no ensino, e inovem as formas de organização e disseminação da informação na escola. Nós como educadores temos a obrigação de incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas em que atuamos, repensando teorias e modelos, e principalmente interagindo com todos os participantes da rede, de forma a mudar as formas de aprender, e com a tecnologia, não integrar somente, e sim utilizar os diversos recursos em conjunto com as atividades dos profissionais, agrupando os objetivos existentes aos mesmos e desenvolvendo novos métodos de aprendizagem e construção de uma experiência rica e consistente. (PORTO, 2006).
O trabalho com projetos, estudos de caso, fóruns de discussão, bate-papo, pesquisas em grupo, publicação em wikis, construção de weblogs, videologs, fotologs, são estratégias que viabilizam o acesso do educando a essas tecnologias. A algumas dessas ferramentas são de uso constante dos estudantes, ficando mais próximo de sua realidade, no qual, seu uso passa a ser voltado para o estudo.A utilização de um fórum de discussão é uma excelente estratégia para manter um espaço aberto para análises, confrontes de idéias ou mesmo para gerar novas discussões, deixando uma pergunta ou tema para discussão de idéias e pontos de vista referentes ao assunto abordado em aula.
O bate-papo é uma ferramenta muito utilizada, com o intuito de promover um seminário on-line ou um debate, também pode ser utilizado quando os alunos possuem alguma dúvida pertinente à disciplina ministrada. Fica mais rápido e prático o atendimento ao aluno.
A Internet é um aglomerado de redes, com computadores e celulares interligados por IP’s (Protocolos de Internet), o que permite o acesso rápido às informações e a todo o tipo de transferência de dados, seu uso como uma forma de interação no processo de educação, através do acesso discado, via rádio, cabo ou satélite, amplia a comunicação entre o aluno e o educador. (CRUZ, 2009).
Segundo Cruz (2009), a educação com o auxílio da Internet, ajuda na quebra das ‘barreiras’ geográficas, culturais e socioeconômicas, tendo em vista que, de qualquer ponto do planeta as informações disponíveis podem ser acessadas, sendo assim, a Internet proporciona a uma democratização da educação. Ao utilizar a Internet no processo de ensino-aprendizagem, o mais importante é destacar como a rede será utilizada quanto à originalidade, à criatividade, à segurança, dentre outros aspectos, devendo estes tópicos, serem estabelecidos dentro de cada sala de aula, por cada professor. Cada docente é responsável ao direcionar os alunos em quais sites conseguirão tais informações para conclusão dos determinados trabalhos.
A exigência na capacitação docente e renovação continuada de seus conhecimentos pedagógicos e técnicos cujo objetivo é desenvolver qualidades necessárias e criar um modelo individual de atuação docente para a disciplina que irá ministrar destacam-se habilidades a serem aperfeiçoadas como, expressão oral e técnicas de exposição, planejamento de aulas e palestras, avaliação, manuseio de tecnologias diversas, comunicação escrita, pesquisa e orientação. A tecnologia poderá ajudar o docente a conquistar o aluno e enriquecer a aula. Nesse novo contexto a docência terá como exigência não apenas o domínio conhecimento referente à disciplina a ser ministrada, mais também domínio de metodologia e práticas educacionais alinhas a tecnologia da informação e comunicação.
A educação tende a se adaptar às necessidades das sociedades. O grande desafio atual é como se adaptar às grandes mutações sociais, culturais e econômicas criadas pela inclusão das novas tecnologias no meio acadêmico, sendo assim, a adaptação são indispensáveis, e urgentes, mas não se trata de adaptar a educação às tecnologias, mas sim os educadores as tecnologias existentes, para que possam ser uteis no processo de ensino, provendo o despertar no interesse por assuntos novos. Os maiores desafios não são de natureza tecnológica, mas sim, de natureza social, cultural e econômica. A grande quebra de paradigma está na transição do chamado ensino tradicional, baseado em aulas expositivas, conteúdos exemplos, lista de exercícios e apostilas para a utilização de recursos tecnológicos que ofereçam ferramentas úteis a uma prática pedagógica consciente e concisa nos seus objetivos, onde respeite a individualidade do aluno e suas raízes culturais.
O professor se torna “Arquiteto Cognitivo”, trançado estratégias e mapas de navegação para que o aluno, de forma autônoma possa construir seus próprios caminhos na busca pelo conhecimento, e o “Dinamizador da Inteligência Coletiva”, onde o professor gerencia os processos para construção do conhecimento, integra as múltiplas competências dos alunos e promove a troca de informações. Como no passado, esse momento em que vivemos, há uma expectativa muito grande de que as TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação) irão oferecer soluções rápidas para melhoria na qualidade da educação. Contudo, a educação não depende somente da tecnologia, do contrário as soluções já estariam em ação há muito tempo.
Acredito que a instituição de ensino, em relação às TIC’s, necessita estar inserida num projeto de reflexão e ação, utilizando-as de forma significativa, tendo uma visão aberta do mundo contemporâneo, bem como realizando um trabalho de incentivo às mais diversas experiências, pois as diversidades de situações pedagógicas permitem e reelaboração e a reconstrução do processo ensino-aprendizagem. Temos que utilizar sim, cada vez mais as TIC’s em nossa sociedade, mais também redimensionar o papel da escola e nosso, como professor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
CRUZ, C. F. B. A internet como ferramenta no ensino e aprendizagem. Disponível em: <http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/1905270-internet-como-ferramenta-ensino-aprendizagem/>. Acesso em: 04 set. 2010.
CANJUNDO, G. Sabe o que são TIC’s? Disponível em: <http://www.bungonline.org/imagens/buginform/Tics.pdf>. Acesso em: 04 set. 2010.
KENSKI, V. As tecnologias invadem o nosso cotidiano. Disponível em: <http://leonardoleao.googlepages.com/Astecnologiasinvademnossocotidiano-V.doc>. Acesso em: 04 set. 2010.
MICHEL, M. O. A Comunicação Organizacional e as Organizações na Rede: TICs, Internet e Mudanças na Comunicação. Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2522-1.pdf>. Acesso em: 04 set. 2010.
MORAN, J. M. As possibilidades das redes de aprendizagem. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/redes_aprendizagem.htm>. Acesso em: 04 set. 2010.
PORTO, T. M. E. As tecnologias de comunicação e informação na escola; relações possíveis... relações construídas. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v11n31/a05v11n31.pdf>. Acesso em: 04 set. 2010.

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