Tecnologia
Educacional: Fundamentos e usos desta metodologia na prática pedagógica.
Internet (no ensino presencial e a distância). As TIC’s (Tecnologias da
Informação e Comunicação) na Educação
Tecnologia Educacional: Fundamentos e usos desta metodologia na prática
pedagógica. Internet (no ensino
presencial e a distância). As TIC’s
(Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação
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Justificativa
da escolha da tecnologia educacional
A Educação à Distância-EaD é uma modalidade educativa que implica na
organização e planejamento de circunstâncias educativas diferentes das usuais,
trazendo para o cenário educacional a discussão sobre novas práticas
pedagógicas e suas relações com as Tecnologias da Informação e da Comunicação.
A aplicação da tecnologia nos sistemas educacionais, nos cursos
presenciais ou a distância, traz em si uma revolução nos paradigmas
educacionais atuais à medida que apresenta diversas oportunidades para integrar
e enriquecer cursos, disciplinas, materiais didáticos, dentre outros. É preciso
realizar a gestão do conhecimento e, principalmente, aprender a construir de
forma coletiva, proporcionando novos meios de interação e comunicação entre
professores e alunos. A internet insere novas funcionalidades na transmissão da
informação ao individuo e possibilita a troca das mesmas através de grupos de
discussão como: chats, bloggers, murais, e-mails e várias outras possibilidades
frente aos rápidos avanços tecnológicos.
O objetivo das TIC’s (Tecnologias de Informação e Comunicação) na
educação não é modismo, mas sim adaptação a uma realidade. As inovações
tecnológicas no processo educativo possuem como finalidade, traduzir as
mensagens pedagógicas a fim de instigar e ampliar os horizontes do aluno. Por
essa razão, quanto mais aprofundamos na pesquisa e desenvolvimento de
metodologias educacionais com o uso da tecnologia, mais esta se torna presente
em uma Instituição de Ensino, seja através de sistemas integrados de gestão
educacional ou aulas ministradas com o uso das mesmas. A implantação da
tecnologia é uma tarefa relativamente fácil se comparada à mudança dos
paradigmas nos processos de ensino, uma vez que é mais difícil quebrar esta
barreira.
Para que esse novo sistema tenha efeito se faz necessário prover
mudanças e concentrar os esforços em pessoas chaves, ou seja, os professores –
educadores e não professores - mecanizados, que devem ser capacitados para a
nova metodologia de ensino tornando-se assim agentes da educação. Seguindo esta
linha de raciocínio demonstraremos ao longo deste artigo como está sendo mudada
a forma de interação entre Professor/Aluno, afim de, dar maior oportunidade de
acesso a informação para o aluno e com isso atingi-lo na linguagem em que ele
está mais acostumado atualmente, ou seja, ainda que assustadora, mas nossa
aliada, a tecnologia.
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Histórico
do uso dessa tecnologia na educação
A educação há décadas passa por transformações em seus modelos
pedagógicos, onde a principal função do professor era transmitir a informação
que lhe foi dada. Com a consolidação da globalização e a crescente inovação
tecnológica, as formas pedagógicas tradicionais estão sendo revistas.
Podemos perceber a grande ação da tecnologia em nosso cotidiano, já é
natural, da mesma forma é para todas as demais atividades que realizamos, desde
o simples pagamento de uma conta até um curso que necessitados para aprimorar
nosso conhecimento. A necessidade por produtos, serviço e equipamentos
resultantes de grandes estudos, planejamentos e construções específicas para
por fim ser utilizado na busca e melhoria em nossa qualidade de vida. (KENSHI,
2008).
Esse conjunto de conhecimentos e princípios científicos aplicados ao
planejamento, construção e utilização de um equipamento para determinado tipo
de atividade, tornou-se comum, e hoje podemos perceber que a tecnologia invadiu
nosso cotidiano e que estamos em plena sociedade tecnológica. (ROESLER, 2006).A
tecnologia vai além de equipamentos. Kenski (2008) acrescenta que espaços ou
produtos são utilizados como suporte a diversas ações. Como exemplo, ele cita
as chamadas tecnologias da inteligência: “construções internalizadas nos
espaços da memória das pessoas e que foram criadas pelos homens para avançar no
conhecimento e aprender mais. A linguagem oral, a escrita e a linguagem digital
“dos computadores” são exemplos paradigmáticos desse tipo de tecnologia”.
(KENSKI, 2008 apud LÉVY, 1993). Alinhada às tecnologias da inteligência,
existem tecnologias que possibilitam a veiculação das informações entre
diversos meios de comunicação, essas são definidas como TIC’s (Tecnologias da
Informação e Comunicação).
Redes de
computadores são as auto- pistas por onde trafegam, em âmbito mundial,
informações eletrônicas dos mais variados tipos, incluindo textos, figuras,
sons e imagens. Para o mundo globalizado - o mundo das redes de computadores -
não existem fronteiras entre países, assim como também não há distinção de
raça, sexo, cor ou nacionalidade entre pessoas.
O governo
federal tem como meta estratégica prioritária para os próximos anos a
organização e a exploração desse conjunto de "supervias eletrônicas",
em parceria com a iniciativa privada, visando integrar o Brasil definitivamente
à comunidade eletrônica internacional, facilitando o fluxo de informações entre
as instituições brasileiras e, destas, com suas congêneres no exterior. Nesse
quadro, a Internet/Brasil desempenha papel central.
As redes
eletrônicas de computadores proporcionam a seus usuários comunicação a baixo
custo e acesso a fontes inesgotáveis de informação. Elas interconectam pessoas
para os mais variados fins e têm contribuído para ampliar e democratizar o
acesso à informação, eliminando barreiras como distância, fronteiras, fuso
horário, etc.
Internet no Brasil
Até
recentemente, no Brasil, o acesso à Internet era restrito a professores,
estudantes e funcionários de universidades e instituições de pesquisa. Em
adição, instituições governamentais e privadas também obtiveram acesso devido a
colaborações acadêmicas e atividades não-comerciais.
A partir de
1995, surgiu a oportunidade para que usuários fora das instituições acadêmicas
também obtivéssem acesso à Internet e que a iniciativa privada viesse a
fornecer esse serviço. Isto significa que haverá cada vez mais computadores
brasileiros, fora das instituições de ensino, ligados à Internet, e que um
vasto leque de aplicações surgirá a curto prazo.
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Revisão
de bibliografia sobre o assunto (no mínimo duas laudas com referências
bibliográficas)
Conforme Ritto e Machado Filho (1995, p.31), a função da educação hoje é
“promover o desenvolvimento das pessoas (e estar) comprometidas com o aumento
de seus conhecimentos e da sua percepção de mundo visando a sua formação para a
atuação no mercado de trabalho”. Somente o indivíduo preparado e inovador
poderá candidatar-se a influir no processo de supremacia do conhecimento, pois
o trunfo está em sua capacidade de
buscar, de criar,
de romper com
padrões estabelecidos.
O desafio colocado para a educação é preparar os educandos para aprender
a aprender, a ser, a fazer e a viver com os outros (DELORS, 2003). Essas
dimensões do educar apontam para o convívio com o diferente, com a constante
preocupação com a formação, para o desenvolvimento das diversas potencialidades
e a necessidade de formação profissional para enfrentar situações
diversificadas no trabalho.
Na atualidade temos um número significativo de professores desenvolvendo
projetos e atividades mediados por tecnologias, porém, a grande maioria das
escolas e professores ainda está com dificuldades em como utilizá-las
adequadamente.
Segundo Moran (2010), a apropriação das tecnologias pelas escolas passa por três etapas. Na primeira, as tecnologias são utilizadas para melhorar o que já existia manualmente, como o desempenho, a gestão, para automatizar processos e diminuir custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Cria uma página na Internet com algumas ferramentas de pesquisa e comunicação, divulga textos e endereços interessantes, desenvolve alguns projetos, há atividades no laboratório de informática, mas mantém intocada a estrutura de aulas, disciplinas e horários. Por fim, na terceira, com o amadurecimento da sua implantação e o avanço da integração das tecnologias, as universidades e escolas repensam o seu projeto pedagógico, o seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades a distância combinadas as presenciais.
Segundo Moran (2010), a apropriação das tecnologias pelas escolas passa por três etapas. Na primeira, as tecnologias são utilizadas para melhorar o que já existia manualmente, como o desempenho, a gestão, para automatizar processos e diminuir custos. Na segunda etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto educacional. Cria uma página na Internet com algumas ferramentas de pesquisa e comunicação, divulga textos e endereços interessantes, desenvolve alguns projetos, há atividades no laboratório de informática, mas mantém intocada a estrutura de aulas, disciplinas e horários. Por fim, na terceira, com o amadurecimento da sua implantação e o avanço da integração das tecnologias, as universidades e escolas repensam o seu projeto pedagógico, o seu plano estratégico e introduzem mudanças significativas como a flexibilização parcial do currículo, com atividades a distância combinadas as presenciais.
É o que não aconteceu no sistema educacional em geral, aliado ao descaso
dos governantes temos o caro acesso a todos para essa tecnologia desde cabeamento
e sinais de transmissão, mas avanços tecnológicos tem barateado o custo e
permitido o avanço a passos lentos, mas acontecendo, o professor que no futuro
breve espero tenha total liberdade para disponibilizar listas de exercícios,
que podem ser respondidas pelos alunos em dia e hora marcada. Dentre as mil
possibilidades que podem surgir nesse inovador mundo tecnológico, e pode-se até
se pensar em aplicar avaliações em horário extra-aula.
Em nosso país, a EaD ganha aval como elemento da política educacional
através da Lei n.º 9394, de dezembro de 1996, e suas regulamentações. Passa a
ser concebida como portadora da mesma esperança e da mesma responsabilidade
perante a qualidade da educação, deixando de ser entendida como “emergencial” e
tornando-se um forte componente da política educacional brasileira em favor da
democratização do acesso à educação. Neste movimento, teve reconhecido seu
potencial renovador dos paradigmas educacionais devido às especificidades de
suas práticas pedagógicas que colocam em evidência a relação entre educação e
comunicação, na medida em que se viabiliza através das TICs.
As TIC’s são conjuntos de recursos tecnológicos que, se estiverem
integrados entre si, podem proporcionar a automação e a comunicação de vários
tipos de processos existentes nas atividades profissionais, no ensino e na
pesquisa científica, na área bancária e financeira, religiosa, entre outras, ou
seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar
informações. Como exemplo pode-se citar recursos como: MSN, Blogs, Portais
Educacionais, Websites entre diversos softwares e equipamentos de comunicação.
(MICHEL, 2009).As Tecnologias de Informação e Comunicação, conhecidas como
TIC’s passaram a ser mais do que um luxo, e sim encaradas como uma necessidade,
um pressuposto essencial para a realização de qualquer atividade profissional,
embora as vantagens que as TIC’s ofereçam, tem-se comentado também sobre o seu
efeito negativo da internet, ou seja, a proliferação de conteúdo malicioso, que
afeta a sociedade, economia, pesquisa entre outros casos que possam dificultar
a busca pela informação. (CANJUNDO, 2008).
Segundo Canjundo (2008), nós presenciamos, há alguns anos o uso intenso
da Internet por todos os segmentos da sociedade, e isto faz com que inúmeras
áreas sofram mudanças em termos de inovação, criatividade, produtividade e
conhecimento, criando a busca por novas formas na quebra de paradigmas
tradicionais nas áreas de finanças, educação, segurança, transportes, etc. A
área educacional pode usufruir das TIC’s agregando qualidade e criatividade,
tudo em pro de “ganhar” o aluno, ou seja, despertar dentro dele a curiosidade
pelo assunto abordado, fazendo com que isto se fortaleça desde a educação
básica até às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).
As TIC’s aumentam o tamanho da sala de aula, a autonomia do professor na
disponibilização de arquivos e na criação de ambientes que propiciem a
interação entre alunos, professores e até mesmo outros interessados no assunto,
através da utilização de meios eletrônicos para transmissão e gravação de
conteúdos educacionais, quebrando barreiras entre os mais variados idiomas e
culturas, independente do local e horário, criando meios para o indivíduo
construir seu conhecimento. (CANJUNDO, 2008).O termo educação a distância-EaD,
abrange formas de estudo nas quais as ações dos estudantes e as ações dos
professores ocorrem de forma assíncrona, objetivando minimizar custos, superar
problemas de escala, possibilitar o acesso à educação a pessoas que residem
distante do provedor de ensino ou que, por outro motivo, não possam freqüentar
uma escola e, também, pessoas
interessadas em metodologias de
aprendizagem sintonizadas com
as novas exigências corporativas. Para responder a este
desafio, a EaD vem desenhando sistemas
de ensino-aprendizagem nos quais os estudantes necessitam desenvolver sua
autonomia, adquirir hábitos e valores que possibilitem sua autodeterminação,
capacidade de trabalharem e decidirem por si mesmos e em equipe.
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Considerações
Críticas sobre o uso da tecnologia no espaço educativo do Ensino superior
Segundo Canjundo (2008), o quotidiano escolar e a aprendizagem dos
alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso
justo e corretos das TIC’s. As inúmeras situações em que usamos estas
tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as
reais contribuições que elas trazem ou de que forma elas podem influenciar na
evolução destes processos educacionais.
É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TIC’s na escola, fazendo com que tenham contato permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidadesda utilização destas tecnologias no ensino, e inovem as formas de organização e disseminação da informação na escola. Nós como educadores temos a obrigação de incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas em que atuamos, repensando teorias e modelos, e principalmente interagindo com todos os participantes da rede, de forma a mudar as formas de aprender, e com a tecnologia, não integrar somente, e sim utilizar os diversos recursos em conjunto com as atividades dos profissionais, agrupando os objetivos existentes aos mesmos e desenvolvendo novos métodos de aprendizagem e construção de uma experiência rica e consistente. (PORTO, 2006).
É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TIC’s na escola, fazendo com que tenham contato permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidadesda utilização destas tecnologias no ensino, e inovem as formas de organização e disseminação da informação na escola. Nós como educadores temos a obrigação de incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas em que atuamos, repensando teorias e modelos, e principalmente interagindo com todos os participantes da rede, de forma a mudar as formas de aprender, e com a tecnologia, não integrar somente, e sim utilizar os diversos recursos em conjunto com as atividades dos profissionais, agrupando os objetivos existentes aos mesmos e desenvolvendo novos métodos de aprendizagem e construção de uma experiência rica e consistente. (PORTO, 2006).
O trabalho com projetos, estudos de caso, fóruns de discussão,
bate-papo, pesquisas em grupo, publicação em wikis, construção de weblogs,
videologs, fotologs, são estratégias que viabilizam o acesso do educando a
essas tecnologias. A algumas dessas ferramentas são de uso constante dos
estudantes, ficando mais próximo de sua realidade, no qual, seu uso passa a ser
voltado para o estudo.A utilização de um fórum de discussão é uma excelente
estratégia para manter um espaço aberto para análises, confrontes de idéias ou
mesmo para gerar novas discussões, deixando uma pergunta ou tema para discussão
de idéias e pontos de vista referentes ao assunto abordado em aula.
O bate-papo é uma ferramenta muito utilizada, com o intuito de promover um seminário on-line ou um debate, também pode ser utilizado quando os alunos possuem alguma dúvida pertinente à disciplina ministrada. Fica mais rápido e prático o atendimento ao aluno.
O bate-papo é uma ferramenta muito utilizada, com o intuito de promover um seminário on-line ou um debate, também pode ser utilizado quando os alunos possuem alguma dúvida pertinente à disciplina ministrada. Fica mais rápido e prático o atendimento ao aluno.
A Internet é um aglomerado de redes, com computadores e celulares
interligados por IP’s (Protocolos de Internet), o que permite o acesso rápido
às informações e a todo o tipo de transferência de dados, seu uso como uma
forma de interação no processo de educação, através do acesso discado, via
rádio, cabo ou satélite, amplia a comunicação entre o aluno e o educador. (CRUZ,
2009).
Segundo Cruz (2009), a educação com o auxílio da Internet, ajuda na
quebra das ‘barreiras’ geográficas, culturais e socioeconômicas, tendo em vista
que, de qualquer ponto do planeta as informações disponíveis podem ser
acessadas, sendo assim, a Internet proporciona a uma democratização da
educação. Ao utilizar a Internet no processo de ensino-aprendizagem, o mais
importante é destacar como a rede será utilizada quanto à originalidade, à
criatividade, à segurança, dentre outros aspectos, devendo estes tópicos, serem
estabelecidos dentro de cada sala de aula, por cada professor. Cada docente é
responsável ao direcionar os alunos em quais sites conseguirão tais informações
para conclusão dos determinados trabalhos.
A exigência na capacitação docente e renovação continuada de seus
conhecimentos pedagógicos e técnicos cujo objetivo é desenvolver qualidades
necessárias e criar um modelo individual de atuação docente para a disciplina
que irá ministrar destacam-se habilidades a serem aperfeiçoadas como, expressão
oral e técnicas de exposição, planejamento de aulas e palestras, avaliação,
manuseio de tecnologias diversas, comunicação escrita, pesquisa e orientação. A
tecnologia poderá ajudar o docente a conquistar o aluno e enriquecer a aula.
Nesse novo contexto a docência terá como exigência não apenas o domínio
conhecimento referente à disciplina a ser ministrada, mais também domínio de
metodologia e práticas educacionais alinhas a tecnologia da informação e
comunicação.
A educação tende a se adaptar às necessidades das sociedades. O grande
desafio atual é como se adaptar às grandes mutações sociais, culturais e
econômicas criadas pela inclusão das novas tecnologias no meio acadêmico, sendo
assim, a adaptação são indispensáveis, e urgentes, mas não se trata de adaptar
a educação às tecnologias, mas sim os educadores as tecnologias existentes,
para que possam ser uteis no processo de ensino, provendo o despertar no
interesse por assuntos novos. Os maiores desafios não são de natureza
tecnológica, mas sim, de natureza social, cultural e econômica. A grande quebra
de paradigma está na transição do chamado ensino tradicional, baseado em aulas
expositivas, conteúdos exemplos, lista de exercícios e apostilas para a
utilização de recursos tecnológicos que ofereçam ferramentas úteis a uma
prática pedagógica consciente e concisa nos seus objetivos, onde respeite a
individualidade do aluno e suas raízes culturais.
O professor se torna “Arquiteto Cognitivo”, trançado estratégias e mapas
de navegação para que o aluno, de forma autônoma possa construir seus próprios
caminhos na busca pelo conhecimento, e o “Dinamizador da Inteligência
Coletiva”, onde o professor gerencia os processos para construção do
conhecimento, integra as múltiplas competências dos alunos e promove a troca de
informações. Como no passado, esse momento em que vivemos, há uma expectativa
muito grande de que as TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação) irão
oferecer soluções rápidas para melhoria na qualidade da educação. Contudo, a
educação não depende somente da tecnologia, do contrário as soluções já
estariam em ação há muito tempo.
Acredito que a instituição de ensino, em relação às TIC’s, necessita
estar inserida num projeto de reflexão e ação, utilizando-as de forma
significativa, tendo uma visão aberta do mundo contemporâneo, bem como
realizando um trabalho de incentivo às mais diversas experiências, pois as
diversidades de situações pedagógicas permitem e reelaboração e a reconstrução
do processo ensino-aprendizagem. Temos que utilizar sim, cada vez mais as TIC’s
em nossa sociedade, mais também redimensionar o papel da escola e nosso, como
professor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:
CRUZ, C.
F. B. A internet como ferramenta no ensino e aprendizagem. Disponível em:
<http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/1905270-internet-como-ferramenta-ensino-aprendizagem/>.
Acesso
em: 04 set. 2010.
CANJUNDO,
G. Sabe o que são TIC’s? Disponível em:
<http://www.bungonline.org/imagens/buginform/Tics.pdf>. Acesso em: 04 set. 2010.
KENSKI,
V. As tecnologias invadem o nosso cotidiano. Disponível em:
<http://leonardoleao.googlepages.com/Astecnologiasinvademnossocotidiano-V.doc>.
Acesso em: 04 set. 2010.
MICHEL,
M. O. A Comunicação Organizacional e as Organizações na Rede: TICs, Internet e
Mudanças na Comunicação. Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos
Interdisciplinares da Comunicação. XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação, Curitiba, PR – 4 a 7 de setembro de 2009. Disponível em:
<http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2522-1.pdf>.
Acesso
em: 04 set. 2010.
MORAN, J.
M. As possibilidades das redes de aprendizagem. Disponível em:
<http://www.eca.usp.br/prof/moran/redes_aprendizagem.htm>. Acesso em: 04
set. 2010.
PORTO, T.
M. E. As tecnologias de comunicação e informação na escola; relações
possíveis... relações construídas. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v11n31/a05v11n31.pdf>. Acesso em: 04 set.
2010.
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